Economia De Mação não se sai nem se entra. Chamas continuam sem controlo

De Mação não se sai nem se entra. Chamas continuam sem controlo

O incêndio que está a lavrar em Mação, no distrito de Santarém, desde as 00:01 de terça-feira, cercou a sede de concelho, de onde "não se sai nem se entra", segundo o presidente da Câmara, Vasco Estrela.
De Mação não se sai nem se entra. Chamas continuam sem controlo
Cofina Media
Lusa 17 de agosto de 2017 às 00:34

"O incêndio continua a seguir imparável o seu rumo ao sabor do vento, as aldeias da zona sul na linha de fogo são Monte Penedo, Rosmaninhal e Vale de Abelha, e de Mação não se sai nem se entra porque as estradas estão cortadas devido ao fumo e ao fogo", disse à Lusa o presidente da autarquia, cerca das 23:50.

 

O presidente da Câmara vincou que "é uma tragédia impensável", pois "nunca ninguém, nos seus maiores pesadelos, poderia imaginar o que está a acontecer", relativamente à situação dramática que se vive novamente esta noite no concelho, considerando que os meios no terreno são, uma vez mais, manifestamente insuficientes para conseguir salvar locais como Casal da Barba Pouca, Aboboreira e Penhascoso, entre muitas outras aldeias e pequenos povoados que têm estado nas linhas de fogo.

 

"As chamas ainda estão na entrada da vila, embora controladas, muito fumo em toda a sede de concelho e com as pessoas na rua e o fogo já passou a zona industrial de Mação e a aldeia do Casal da Barba Pouca e segue em direcção a Vale de Abelha e Ortiga, na zona sul do concelho, depois da A23", relatou.

 

"É o caos. É impensável. Surreal", resumiu à Lusa Vasco Estrela, tendo afirmado que o concelho, depois dos incêndios do final de Julho, que consumiram cerca de 40% do território, e depois destes dois últimos dias, "está todo destruído".

 

Segundo a página da APC, cerca das 23:30, o incêndio de Mação, proveniente de Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, está "activo com várias frentes", com 720 operacionais no seu combate, apoiados por cerca de 200 meios no terreno.

 

As estradas cortadas ao trânsito são, segundo a mesma página, a A23, entre o Nó de Mouriscas e Nó de Gardete, a EN 244-3, entre Louriceira e Serra, a EM 1284 entre Chão Codes e Vila de Rei, a EM 548, entre Chão de Codes e Aboboreira, e os Caminhos Municipais (CM) 1284, 75, e 1285.




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comentários mais recentes
Isto é o monstro do cavaquismo destruição do País Há 2 dias

Os mercenários do isqueiro andam por lá.e tem apoio nesta direi-talha traidora do país.os montes não arde sem lhe deitar o fogo.bando de criminosos há solta.

bucks Há 2 dias

Jornal econonomico?

Criador de Touros Há 2 dias

Com um desgoverno destes nada falha, está tudo nos conformes...Se fosse Lisboa era pior, não é António Costa ? Não é, presidente Marcelo ? Siga para bingo, que este governo não arde e isso é o mais importante...Mas foi este governo que se chegou à frente para governar sem ter ganho as eleições...Mas gente percebe, se Marcelo demitisse António Costa a estratégia de Marcelo para o futuro próximo/segundo mandato ficaria hipotecada. E isso não interessa, não é ?... E lá teremos de levar com estes incompetentes !!... Triste sina a deste povo !!...

Anónimo Há 3 dias

E os Farsolas do Poder a deixarem arder!

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