Zona Euro Défice público de Espanha situou-se nos 4,8% até Agosto

Défice público de Espanha situou-se nos 4,8% até Agosto

Os dados oficiais divulgados esta terça-feira revelam que o défice da administração pública, regiões autónomas e Segurança Social de Espanha situou-se nos 4,8% do PIB até Agosto. Incluindo as ajudas à banca espanhola, este valor ascende aos 5,07% do PIB. No final de 2013, Espanha tem de atingir um défice de 6,5% do PIB.
Défice público de Espanha situou-se nos 4,8% até Agosto
Ana Laranjeiro 29 de outubro de 2013 às 11:41

O défice da administração pública, regiões autónomas e Segurança Social de Espanha situou-se nos 4,8% do PIB até Agosto, de acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Governo do país vizinho e citados pela imprensa espanhola.

 

Este valor não incluiu as ajudas prestadas à banca espanhola, no âmbito do plano de assistência ao sector. Caso se contabilize o peso destas ajudas, o défice atinge os 5,07% do PIB até Agosto.

 

A secretária de Estado do Orçamento espanhola, Marta Fernández-Currás, assegurou, em conferência de imprensa, citada pelo "El Pais", que os números vão melhorar quando forem contabilizadas as administrações locais, que registam um superávit.

 

Os números registados até Agosto revelam uma possível melhoria da situação económica de Espanha, já que até Julho o défice das administrações públicas (sem contabilizar os valores das administrações locais) foi de 5,27% do PIB.

 

Até Setembro, o défice do Estado espanhol foi de 3,58% do PIB, o que para a secretária de Estado demonstra o “firme compromisso” do Governo na consolidação orçamental e mostra que a estratégia do Executivo para cumprir as metas estipuladas está “correcta”.

 

Espanha tem de fechar 2013 com um défice de 6,5% do PIB se contar com o valor das ajudas ao sector financeiro.




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar