Carlos Abreu Amorim acredita que Miguel Relvas está a ser alvo da mais brutal campanha de ataques de que há memória.

O vice-presidente do grupo parlamentar do PSD defende que
Miguel Relvas está a ser alvo de uma estratégia ao serviço de grupos de comunicação social e da mais “brutal campanha” de ataques de que há memória.
Em declarações à TSF, Carlos Abreu Amorim diz que este “ataque” a Relvas obedece a uma agenda de interesses de grupos de comunicação social, uma estratégia que não vai surtir efeito, porque Passos Coelho vai resistir.
Miguel Relvas é o ministro com a tutela da comunicação social e defende a privatização da RTP.
“Miguel Relvas está a ser alvo da mais brutal campanha que eu me lembre que alguém tenha sido sujeito, um ministro, nomeadamente nos tempos democráticos.
Pedro Passos Coelho não é pessoa para mudar ministros ou fazer remodelações governamentais dos direitos mediáticos. Julgo que a pior receita que poderia haver para a democracia é uma
remodelação em virtude das agendas mediáticas e dos grupos de interesse da comunicação social”, afirmou à TSF.
Amorim criticou também Marcelo rebelo de Sousa, pela sugestão que o comentador político, sobre a possibilidade de substituir Relvas por Marques Mendes. “O meu primeiro comentário não pode deixar de ser a enorme felicidade que se percebeu no professor Marcelo Rebelo de Sousa que este é o seu exercício favorito, traçar cenários e também acabar por, utilizando uma expressão que está agora muito na moda, queimar alguns possíveis ou putativos candidatos a substituir o ministro Miguel Relvas”, sublinha.