Mundo Desemprego e privacidade marcaram encontro entre Merkel e Obama

Desemprego e privacidade marcaram encontro entre Merkel e Obama

“Todos nós temos de fazer reformas” e garantir que “não perdemos uma geração” no desemprego, disse o presidente norte-americano em Berlim, onde ouviu a chanceler alemã dizer que são precisas mais explicações sobre o sistema de vigilância dos EUA.
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Eva Gaspar 19 de junho de 2013 às 14:29

Barack Obama voltou nesta quarta-feira a defender a actuação da Agência de Segurança Nacional norte-americana, garantindo que o sistema “Prism” se destina a monitorizar a actividade na Internet de indivíduos sobre os quais recaia a suspeita de estarem a montar atentados terroristas.

 

Falando em Berlim, após um encontro bilateral com a chanceler alemã, o presidente dos EUA assegurou que “vidas foram salvas” graças a esse sistema, e que “não se trata de expiar emails de cidadãos comuns alemães ou norte-americanos ou quaisquer outros”.

 

Ao seu lado, Angela Merkel não deu o assunto por encerrado. “É importante e correcto que tenhamos este debate, porque há pessoas preocupadas com a possibilidade de estarem a ser recolhidos dados em vasta escala. As questões que não estão clarificadas continuarão a ser discutidas. Temos de encontrar um equilíbrio adequado para a segurança dos nossos povos”.

 

No plano da economia, o presidente norte-americano defendeu a necessidade de controlar as finanças públicas e sublinhou a prioridade que deve ser dada ao combate ao desemprego entre os mais jovens. "Temos de garantir que não perdemos uma geração, que pode nunca ser recuperada do ponto de vista da sua trajectória laboral".

 

Obama defendeu ainda a continuação das reformas estruturais, tanto na União Europeia como nos Estados Unidos – “todos nós temos de fazer reformas” e "ainda há trabalho a fazer" nesse campo, disse – mostrando-se convicto de que os dois maiores blocos comerciais podem sair fortalecidos da actual crise.

 

“A consolidação orçamental é uma parte, mas não a única” da estratégia de relançamento da economia e do emprego na Europa, disse Merkel. Citada pela Bloomberg, a chanceler argumentou que, enquanto 90% do crescimento mundial vier de fora da Europa, o Velho Continente tem de continuar a reformar-se.




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mais votado Maria Valentina Umer Há 4 dias

Enquanto os portugueses se pronunciarem neste jornal nos termos que usam -- inclusivivamente racistas (``o preto`´ referindo-se ao Presidente Obama -- nao haverá democracia em Portugal. Pois tais pessoas nao teem a capabilidade intelectual para nada. Lamento muito que este jornal aceite tais comentários. M.V. Umer, Alemanha

comentários mais recentes
Maria Valentina Umer Há 3 dias

VAI UMA WODINHA ÓPRETO.

Este fotógrafo é fantástico ! Há 4 dias

Estas fotos estão simplesmente extraordinárias ! Espero que os frutos deste encontro sejam na mesma proporcionalidade . Obama é um dos meus favoritos e quem sabe este MIX com Merkel funcione na perfeição ? Esperemos todos que sim !

ESTADOS UNIDOS DA EUROPA Há 4 dias

Obama com ares de ditador africano vem instruir os seus súbditos na Europa. A Alemanha é um dos principais lacaios do imperialismo americano até porque foram os americanos que através das suas forças de ocupação que constituíram a RFA. O acordo de comércio livre EUA-UE é mais um passo na direcção dos Estados Unidos da Europa que as nossas marionetas pseudo-democraticas nos querem à força toda impôr.

Maria Valentina Umer Há 4 dias

Enquanto os portugueses se pronunciarem neste jornal nos termos que usam -- inclusivivamente racistas (``o preto`´ referindo-se ao Presidente Obama -- nao haverá democracia em Portugal. Pois tais pessoas nao teem a capabilidade intelectual para nada. Lamento muito que este jornal aceite tais comentários. M.V. Umer, Alemanha

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