União Europeia Desemprego na Grécia desce para 20,6% e para menos de um milhão de pessoas

Desemprego na Grécia desce para 20,6% e para menos de um milhão de pessoas

O desemprego na Grécia em Agosto desceu para 20,6%, menos três décimas do que em Julho e menos 2,8 pontos percentuais do que no mesmo mês de 2016, segundo dados corrigidos de variações sazonais publicados pela Elstat.
Desemprego na Grécia desce para 20,6% e para menos de um milhão de pessoas
Reuters
Lusa 09 de novembro de 2017 às 12:49
Esta taxa de desemprego foi a mais baixa num mês de Agosto desde 2012, sublinhou a Elstat, agência de estatística grega.

Em termos absolutos o número de desempregados em Agosto desceu para níveis abaixo de um milhão, tento totalizado 984.483, menos 16.769 do que em Julho e menos 141.342 pessoas do que no mesmo mês de 2016.

O número de empregados totalizou 3.792.358, mais 6.549 do que no mês anterior e mais 101.578 pessoas do que no mês homólogo de 2016.

O número de pessoas inactivas - que não trabalha nem procura activamente emprego - atingiu 3.231.039, mais 7.472 do que em Julho e mais 5.215 do que em Agosto de 2016.

Por sexos, a taxa de desemprego continuou a ser mais elevada entre as mulheres (24,9%) do que entre os homens (17,2%).

O desemprego jovem manteve-se elevado, ao afectar 40,2% das pessoas entre 15 e 24 anos, uma descida de 2,6 pontos percentuais face ao mês anterior.

A segunda faixa etária mais afectada é a dos 25 aos 34 anos, com uma taxa de desemprego de 26,9%, que traduz um aumento de 0,8 pontos face a Julho.

Apesar de nos últimos quatro anos o desemprego se ter reduzido sensivelmente - a um ritmo de quase dois pontos percentuais por ano - a maioria (61,7%) dos postos de trabalho criados foram a tempo parcial, segundo um estudo do Instituto de Trabalho, do sindicato do sector privado grego.

O estudo sublinha que 67% dos trabalhadores a tempo parcial não encontram um posto de trabalho a tempo completo.

Segundo o estudo, 34,7% destes trabalhadores a tempo completo e 42,1% dos trabalhadores a tempo parcial cobram menos que o salário mínimo interprofissional de 586 euros mensais brutos.



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Anónimo Há 1 semana

É a terra por excelência dos direitos adquiridos à prova de mercado, avanço tecnológico e demografia. Portugal vai lá ter com a geringonça no poleiro.