Mercado de Trabalho Desemprego registado desce para mínimos de Dezembro de 2008

Desemprego registado desce para mínimos de Dezembro de 2008

O número de desempregados registados nos centros de emprego voltou a diminuir em Maio, atingindo mesmo o valor mais baixo desde Dezembro de 2008.
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Sara Antunes 21 de junho de 2017 às 12:17

O número de desempregados registados nos centros de emprego diminuiu, em Maio, 4,14% face ao mês anterior, segundo os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Em termos homólogos, a queda é de 19,19%.

 

No total, estão inscritas 432.274 pessoas nos centros de emprego em Portugal, o que corresponde ao valor mais baixo desde Dezembro de 2008, mês em que estavam inscritos 416 mil, segundo fonte oficial do IEFP.

 

O desemprego registado desceu assim pelo quarto mês consecutivo, sendo que se tem observado descidas desde Março de 2016.

As mulheres continuam a representar a maior fatia dos desempregados registados (53,6%), sendo que se verificou uma queda no número de desempregados quer entre as mulheres, quer entre os homens.

 

"Neste mês, havia 47 mil jovens registados como desempregados, o que representa uma redução homóloga de 26% (menos 17 mil jovens) e uma redução mensal de 6,6% (menos 3,4 mil jovens)", adianta o IEFP.

 

As quedas foram generalizadas, no que toca aos níveis de ensino.

 

Por regiões, também se observam descidas globais, com o Algarve a ser a que maior queda mensal registou (-21,3%). Mas é no Norte que o número de desempregados é mais elevado (181.396), representando mesmo mais de 40% do número total de desempregados registados e todo o território nacional.

 

Já o número de ofertas de trabalho, por preencher, também aumentou 21,5%, quando comparado com o mês de Abril, para um total de 25.295. Lisboa e Vale do Tejo é a região com mais ofertas (35,7% do total), seguida pelo Norte (35,3%).


(Notícia actualizada às 12:25 com mais informação)




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mais votado Anónimo Há 4 semanas

A questão está e estará sempre em saber que valor é que se está a criar na economia portuguesa com a quantidade de factor trabalho alocado actualmente.

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Excelente Há 4 semanas

Carrega Costa e quem não gosta rua

Anónimo Há 4 semanas

A questão está e estará sempre em saber que valor é que se está a criar na economia portuguesa com a quantidade de factor trabalho alocado actualmente.

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