Finanças Públicas Dívida pública volta a aumentar em Setembro para novo recorde

Dívida pública volta a aumentar em Setembro para novo recorde

Há sete meses consecutivos que a dívida pública portuguesa aumenta, encontrando-se em níveis nunca vistos. No espaço de um ano a dívida aumentou em mais de 12 mil milhões.
Dívida pública volta a aumentar em Setembro para novo recorde
Bruno Simão
Sara Antunes 02 de Novembro de 2016 às 12:23
A dívida pública na óptica de Maastricht cresceu em Setembro, face ao mês anterior, 0,46% para 244,42 mil milhões de euros, de acordo com a informação disponibilizada esta quarta-feira, 2 de Novembro, pelo Banco de Portugal. Os dados sobre a evolução face ao produto interno bruto (PIB) não são ainda conhecidos. O valor da dívida pública de Setembro corresponde a um novo recorde.
 
No espaço de um ano, entre Setembro de 2015 e Setembro deste ano, a dívida aumentou 5,26% ou 12,2 mil milhões de euros.
 
Apesar deste novo aumento, a dívida líquida de depósitos desceu pelo segundo mês consecutivo para 223,1 mil milhões de euros.
 
"Esta variação reflecte emissões líquidas positivas de títulos (0,8 mil milhões de euros) e um aumento das responsabilidades em numerário e depósitos", explica o Banco de Portugal na nota publicada.
 
"O crescimento da dívida pública foi acompanhado por um aumento mais acentuado dos activos em depósitos (1,6 mil milhões de euros), pelo que a dívida pública líquida de depósitos da administração central registou uma diminuição de 0,5 mil milhões de euros em relação ao mês anterior", acrescenta a mesma fonte.




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mais votado Anónimo Há 5 dias


A MALTA DA FP E CGA QUER PÔR O PAÍS NA BANCARROTA... OUTRA VEZ.

PARA A ESQUERDA, os trabalhadores do privado servem apenas para pagar cada vez mais impostos, para sustentar as benesses e os privilégios da FP e da CGA.

Os salários dos trabalhadores do privado desceram imenso nos últimos anos.

comentários mais recentes
Nelson Cardoso Há 3 dias

Mas alguém acredita nestes políticos malabaristas, mentirosos e corruptos!!! Ora um país, onde trabalhar faz calos, onde os maiores roubos começam nos políticos e depois se estendem às Instituições públicas, Ministérios, boys, FAP, Marinha, Exército, a bancos, etc, etc.. O que esperam!!!

Boy Podre Há 4 dias

O céu é o limite, siga

Abílio Félix Há 5 dias

Basta ver o aumento nas subvenções aos políticos!

Antonio Sousa Há 5 dias

Uma vergonha. Novamente a caminho do abismo. Qualquer doa ninguém nos empresta dinheiro... ninguém investe num país assim!!!

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