Emprego Dois terços dos contratos mais recentes são precários
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Dois terços dos contratos mais recentes são precários

Só 33% dos contratos assinados nos últimos três anos e meio e que ainda estão em vigor são contratos sem termo. Os serviços de apoio a empresas, que incluem trabalho temporário, e a agricultura e pescas indiciam um alto nível de rotatividade.
Dois terços dos contratos mais recentes são precários
Paulo Duarte/Negócios

Só um terço dos contratos assinados desde Outubro de 2013 (que  ainda se mantêm em vigor) são permanentes. Os restantes são contratos a termo – certo ou incerto – ou de trabalho temporário.

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Os ditos "precários" em Portugal teriam muito mais oportunidades e muito maiores expectativas se não estivessem constantemente tapados e prejudicados pelos "definitivos" blindados à prova de mercado, de alterações da oferta e da procura, à prova de avanço tecnológico, de inovação. Nada é definitivo na vida, na economia, nos mercados laboral, de capitais, de matérias primas ou de bens e serviços. Se fosse definitivo, suponhamos que desde a década de 1990, andávamos todos ainda dependentes da era do telemóvel do tamanho de um tijolo ao preço de 10 mil euros cada. Não seria agradável. Os "definitivos" fazem dos chamados precários o smartphone topo de gama que não consegue entrar no mercado porque o gigantesco e oneroso telemóvel obsoleto que parou no tempo e é de outra era arranjou um esquema legislativo que o protege a ele e ilegaliza a concorrência.

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

"We will gradually enter a time where having a lifetime employment based on tasks that are not justified will be less and less sustainable - we're actually already there." - Emmanuel Macron www.msn.com/en-gb/video/other/french-civil-servants-no-more-jobs-for-life/vi-AAeGlDD

Anónimo Há 2 semanas

Todo o trabalho é precário na medida em que a oferta e procura de mercado não são constantes.

Anónimo Há 2 semanas

As esquerdas sindicais que vêem no factor trabalho um fim em si mesmo e no sindicato o clube que fanaticamente apoiam quais tiffosi inebriados pelo keynesianismo desmiolado e o marxismo anti-capital, como se houvesse alguma distinção entre os factores produtivos a não ser aquela que advém do valor que a sua combinação consegue gerar com base na mais economicamente racional alocação dos mesmos, têm que perceber que a crise económico-social de equidade e sustentabilidade que se vive é acima de tudo culpa sua porque é com base nas profundas distorções de mercado que fomentam que outras distorções de mercado obtêm as condições para surgir e proliferar.

Anónimo Há 2 semanas

O trabalho por si só, em particular o assalariado, já não é uma boa medida para aferir a saúde de uma economia nem a sua evolução à escala temporal, mas antes o trabalho e o capital sejam medidas mais correctas, porque para além dos salários pagos a quem oferece factor trabalho no mercado de trabalho, os agentes económicos, especialmente quanto mais desenvolvida for a economia onde residem, obtêm cada vez mais rendimentos e criam cada vez mais valor através dos lucros, rendas, mais-valias, dividendos, royalties sobre propriedade intelectual e juros, que constituem cada um deles o objecto do seu respectivo mercado.

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