Mundo Estado Islâmico reivindica atentados em duas igrejas no Egipto

Estado Islâmico reivindica atentados em duas igrejas no Egipto

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou este domingo os dois atentados no Egipto em igrejas coptas, uma minoria cristã no país, e que fizeram pelo menos 33 mortos.
Estado Islâmico reivindica atentados em duas igrejas no Egipto
Reuters
Lusa 09 de abril de 2017 às 15:42

"As equipas do Estado Islâmico realizaram ataques contra duas igrejas em Tanta e em Alexandria", indicou a agência de propaganda do EI, numa comunicação divulgada em redes sociais e citada por agências internacionais de notícias.

 

Pelo menos 33 pessoas morreram este domingo, 9 de Abril, e outras 77 ficaram feridas em dois atentados contra igrejas cristãs em Tanta e Alexandria, no norte do Egipto, referem fontes ligadas à segurança e ao Ministério da Saúde.

 

Relativamente ao ataque na igreja de Alexandria, o Ministério egípcio do Interior precisou que foi perpetrado por um suicida munido de um cinto de explosivos, provocando 11 mortos.

 

Os cristãos coptas são cerca de 10% da população do Egito e são frequentemente alvo de ataques por parte dos extremistas islâmicos.

O papa Francisco condenou este domindo o atentado em Tanta e pediu que "[Deus] converta o coração das pessoas que semeiam o terror, a violência e a morte". Declarações proferidas na cerimónia no Vaticano que assinala o Domingo de Ramos.

O primeiro-ministro António Costa também condenou os ataques. "Em meu nome e do governo português, condeno aqui os ataques no Egipto e expresso o nosso profundo pesar pelas vítimas", escreveu na sua conta no Twitter.

 

Num comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros referiu também que "o Governo Português condena firmemente os atentados que hoje causaram a morte a mais de 20 pessoas e feriram pelo menos 70 que se encontravam reunidas para celebrar o Domingo de Ramos nas igrejas coptas de Mar Gigis, em Tanta, e de São Marcos, em Alexandria, no Egito".


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comentários mais recentes
Punitor 09.04.2017

Democraticamente talvez não se resolva este problema...

Ponham as babas de molho 09.04.2017

Isto é o que irá acontecer na Europa daqui a 20 anos.
A lei islâmica é totalitária não admite a liberdade nem a diversidade.
Abram os olhos isto não é religião é um modo de vida de sociedades atrasadas, bárbaras, racistas... Eles não respeitam nem suportam o desenvolvimento de outros povos.

islamófobo 09.04.2017

O islão não é uma religião, mas uma doutrina política anti-democrática disfarçada de religião. É absolutamente necessário proibi-la. Maomé assaltava e roubava caravanas e matava os que nelas iam, era pedófilo, matou uma mulher que estava a AMAMENTAR e matou o pai e o irmão de uma das suas mulheres.

Conselheiro de Trump 09.04.2017

Estao-se acabar as FES da paz,para dar lugar as FES de desepero(mortes).Cristo se nao tivesse sido politico,provavelmente nao teria sido morto.Se verificarmos o que se esta a passar depressa concluimos que tudo isto tem a ver com regimes totalitarios:foi o Irak,Siria,Irao,em suma onde reina o islao.

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