Política "Este Orçamento não vai ter coisas más, é mais um Orçamento de avanço", defende Governo

"Este Orçamento não vai ter coisas más, é mais um Orçamento de avanço", defende Governo

O Governo considerou hoje que a acusação do líder do PSD de eleitoralismo em relação ao Orçamento do Estado para 2018 é um elogio porque significa que as medidas que estão a ser trabalhadas são "boas para o país".
"Este Orçamento não vai ter coisas más, é mais um Orçamento de avanço", defende Governo
Miguel Baltazar
Lusa 02 de setembro de 2017 às 17:33
O secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, esteve hoje à tarde no Seixal, na Festa do Avante!, a ‘rentrée’ do PCP, onde foi questionado pelos jornalistas sobre as acusações de Pedro Passos Coelho de o Governo socialista estar a fazer a discussão orçamental de uma forma que "não é séria" e com fins eleitoralistas.

"Obviamente que eu considero que é um elogio a acusação de eleitoralismo porque isso quer dizer que as medidas que estão a ser trabalhadas são boas para o país. E são, de facto", respondeu Pedro Nuno Santos.

O socialista aproveitou para apelar ao líder do PSD para "começar a falar sobre o país" e respondeu a Passos Coelho que seria "pior para ele" se o Orçamento fosse entregue antes das eleições autárquicas.

"Se o Orçamento pudesse ser apresentado antes, seria muito pior para o PSD", avisou.

Sobre as críticas de Passos Coelho de que o Governo estaria a deixar escapar as coisas boas agora, para as más só serem conhecidas depois das autárquicas de 01 de Outubro, Pedro Nuno Santos foi peremptório: "Este Orçamento não vai ter coisas más, é mais um Orçamento de avanço, porque infelizmente há muito ainda que recuperar face o que foi feito ao povo português durante os quatro anos deles.

Na sexta-feira à noite, em Vila Real, o líder social-democrata apontou duas possibilidades a António Costa.

"O Governo devia fazer uma de duas opções: ou apresenta o Orçamento antes das eleições autárquicas para os portugueses saberem todos com que é que vão contar quando vão fazer as suas escolhas, ou entende manter o calendário normal, e está no seu direito, ou então devia ser um bocadinho mais contido na forma como utiliza a discussão orçamental para favorecer as candidaturas autárquicas dos partidos que suportam o Governo", apontou.



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mais votado Anónimo 02.09.2017

O dinheiro que se desperdiça com empresas públicas com excesso de custos salariais como a CGD e a CP ou com o excedentarismo no sector público em sentido lato, dava para investir num bom sistema de segurança, identificação, alarme e video-vigilância nos paióis e arsenais portugueses assim bem como em meios aéreos adequados ao combate a fogos e em equipamento para limpar uma boa faixa de mata junto às estradas do nosso território e ainda sobrava muito dinheiro. Paga Zé, morre Zé.

comentários mais recentes
Anónimo 04.09.2017

Que é que este bloquista camuflado está a fazer no PS? Já sei, como nunca trabalhou , queria viver à custa da política, no BE era muito difícil, os tachos eram poucos na AR

Anónimo 04.09.2017

Dívida bruta das Administrações Públicas:
2005 106.919,5
2006 115.002,2
2007 120.088,5
2008 128.191,4
2009 146.691,3
2010 173.062,5
2011 196.231,4
2012 212.556,0
2013 219.714,9
2014 (R)226.030,6
2015 Pro231.540,4
2016 Pro241.060,9
Vejam a diferença da divida entre 2005 e 2011, anos de governação do socrates, 90 MIL MILHÕES DE EUROS em 6 anos!!! Explica a bancarrota de 2011. Atualmente de 2015 para 2016 cresceu 10 mil milhões num ano e este ano em 7 meses já vai em 9 mil milhões. Com os socialistas não tem nada que inventar, o resultado é sempre o mesmo. O maior cego é o que não quer ver.

Mr.Tuga 04.09.2017

Claro que não !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Com xuxas e geringonços é só coisas BOAS !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! As más ficam para os outros resolverem!

pertinaz 03.09.2017

ah ah ah É PARA CHORAR

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