Europa Ex-primeiro ministro grego ferido em ataque com bomba

Ex-primeiro ministro grego ferido em ataque com bomba

Lucas Papademos, também antigo vice-presidente do Banco Central Europeu - a quem o português Vítor Constâncio sucedeu no cargo - ficou ferido esta quinta-feira, tal como o seu motorista e uma outra pessoa.
Ex-primeiro ministro grego ferido em ataque com bomba
Reuters
Paulo Zacarias Gomes 25 de maio de 2017 às 17:15
O ex-primeiro ministro grego, Lucas Papademos, ficou ferido esta quinta-feira, 25 de Maio, na sequência da deflagração de um engenho explosivo dissimulado num envelope que abriu no interior da viatura em que seguia no centro de Atenas.

A explosão deu-se pouco depois das 18:30 (hora local, menos duas horas em Portugal Continental), no cruzamento entre as ruas Marni e 3 de Setembro. 

O jornal Kathimerini refere que Papademos ficou "seriamente ferido" nas mãos e nos pés e que também o seu motorista sofreu ferimentos, tendo sido levado para o hospital Evangelismos. O mesmo meio refere, citando outras fontes, que viajavam mais duas pessoas na viatura - o motorista e o guarda-costas.

Já o To Vima, outro jornal grego, refere que Papademos está "livre de perigo", tal como a televisão estatal ERT, que refere que ficou ferido nas pernas e abdómen. A Reuters afirma que os médicos estão preocupados com a visão do antigo primeiro-ministro, de 69 anos.

Lucas Papademos foi, além de líder de Governo por um curto período - 11 de Novembro de 2011 a 16 de Maio de 2012 -, também presidente do banco central da Grécia e vice-presidente do Banco Central Europeu, cargo em que lhe sucedeu o português Vítor Constâncio.

O antigo líder do Governo estava à frente do Executivo de Atenas quando em Fevereiro de 2012 se acordou o segundo programa de resgate, no valor de 130 mil milhões de euros, que incluiu um perdão de dívida por parte dos credores, que ceitaram perdoar 53,5% do valor nominal da dívida que detinham.

(Notícia actualizada às 18:22 com mais informação; título alterado às 17:22)



A sua opinião7
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 25.05.2017

Mais algum que leu a cartilha anti-liberal do fundamentalismo islâmico ou do fundamentalismo sindical. Os ataques terroristas ao liberalismo repetem-se nos mesmos moldes nas grandes cidades do mundo livre, rico e desenvolvido, o mundo liberal. Lisboa, ainda sem mortos, mas já com muitas vítimas, não foge à regra.

comentários mais recentes
Jorge 25.05.2017

Para o anónimo de há 11 minutos: Estavas na lua quando o perdão aconteceu. Não soubeste, não sabes e nem quererás saber. E como tu há milh~es de Portugueses alheados de tudo menos do que não interessa a Portugal.

AAAA 25.05.2017

ESTOU CHEIO DE PENA. MAIS UMA MEGA-CORRUPTO.

Anónimo 25.05.2017

Perdões de dívida? Mas que perdão foi este que ninguém soube... quem foi que aceitou perder metade do seu investimento... estranho muito estranho... ou será que estavam protegidos pelos CDS?

Conselheiro de Trump 25.05.2017

Caca pouca,nao vai por os alcaidas a chamar a si tal presa.

ver mais comentários
Saber mais e Alertas
pub