Justiça Ex-presidente do INEM diz que Paulo Macedo o pressionou para integrar irmã de Lalanda

Ex-presidente do INEM diz que Paulo Macedo o pressionou para integrar irmã de Lalanda

O ex-presidente do INEM diz que Paulo Macedo, então ministro da Saúde, o pressionou para que integrasse no instituto a irmã de Lalanda de Castro, presidente da Octapharma, que está a ser investigado por possível corrupção, escreve o Correio da Manhã.
Ex-presidente do INEM diz que Paulo Macedo o pressionou para integrar irmã de Lalanda
Miguel Baltazar
Negócios 12 de janeiro de 2017 às 10:28

Paulo Campos, ex-presidente do INEM, disse à Polícia Judiciária que recebeu ordens directas do então ministro da Saúde Paulo Macedo, e do secretário de Estado Leal da Costa, para que reintegrasse no INEM Helena Lalanda de Castro, irmã de Paulo Lalanda de Castro, presidente da Octapharma, que está a ser investigado por suspeitas de corrupção em concursos públicos que deram à sua empresa o monopólio da venda de plasma sanguíneo aos hospitais portugueses. A notícia é avançada pelo Correio da Manhã que admite que esta situação pode configurar um crime de tráfico de influências.

Segundo o jornal, a irmã de Lalanda de Castro trabalhava na Administração Regional de Saúde de Lisboa e queria voltar para o INEM, em particular para a direcção logística. O assunto terá sido tema de conversa entre José Sócrates (na altura consultor da Octapharma) e Paulo Lalanda de Castro, sendo dada como certa a colocação, que não veio a ocorrer.

Paulo Campos defende que foi a sua oposição que impediu a nomeação de Helena Lalanda, resistindo às pressões de Paulo Macedo e Leal da Costa, então os responsáveis pela pasta da Saúde.

Paulo Lalanda de Castro apresentou-se ontem ao juiz que acompanha a investigação em que está envolvido e continuará hoje a ser interrogado, escreve o jornal.




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mais votado Anónimo 12.01.2017


PS - e seus apoiantes - ROUBA OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

DESCONTOS DA FP, SÓ PAGAM 13,7% DAS PENSÕES DA FP

Reformas com menos receitas das quotas da função pública.

Os descontos dos funcionários públicos cobrem apenas 13,7% da despesa com as pensões pagas pela Caixa Geral de Aposentações (CGA).

Ou seja: numa despesa total superior a 9,44 mil milhões de euros em 2016, as quotas dos trabalhadores financiaram os encargos com menos de 1,3 mil milhões de euros.

Por isso, o Estado, através do Orçamento do Estado e das contribuições de entidades públicas, injetou na CGA mais de 6,5 mil milhões de euros.

comentários mais recentes
Anónimo 12.01.2017

O homem atá acusou o Sócrates quando ele não mandava nada.Esta gente não tem credibilidade nenhuma

Anónimo 12.01.2017


PS - e seus apoiantes - ROUBA OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

Como sempre, vem aí mais dinheiro e regalias para os ladrões FP/CGA e mais impostos para os privados.

Quando é que o TC vê isto?


Anónimo 12.01.2017


PS - e seus apoiantes - ROUBA OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

DESCONTOS DA FP, SÓ PAGAM 13,7% DAS PENSÕES DA FP

Reformas com menos receitas das quotas da função pública.

Os descontos dos funcionários públicos cobrem apenas 13,7% da despesa com as pensões pagas pela Caixa Geral de Aposentações (CGA).

Ou seja: numa despesa total superior a 9,44 mil milhões de euros em 2016, as quotas dos trabalhadores financiaram os encargos com menos de 1,3 mil milhões de euros.

Por isso, o Estado, através do Orçamento do Estado e das contribuições de entidades públicas, injetou na CGA mais de 6,5 mil milhões de euros.

saraiva14 12.01.2017

É só invejas!

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