Empresas Exames médicos vão ser todos digitais até ao fim de 2018
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Exames médicos vão ser todos digitais até ao fim de 2018

A ligação entre as empresas que fazem exames clínicos, como laboratórios, e o SNS deverá estar totalmente concluída no próximo ano. Quando isso acontecer, todos os exames e análises passarão a estar disponíveis no registo de saúde electrónico.
Exames médicos vão ser todos digitais até ao fim de 2018
Pedro Catarino/CM
Bruno Simões 27 de novembro de 2017 às 22:40

A digitalização do Serviço Nacional de Saúde (SNS) está em marcha e deverá ser aprofundada no próximo ano. Em entrevista ao Negócios, Henrique Martins, presidente da Serviços Partilhados do )

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Sejamos sérios. Queremos números de excedentários despedidos. Hoje em dia, reformas destas não se fazem sem substituir factor trabalho por factor capital e sem reduzir a quantidade líquida de factor trabalho alocado e aumentar a quantidade líquida de factor capital alocado. É dos livros, é dos mercados, é da vida. Nos territórios mais ricos e desenvolvidos estas coisas andam sempre aliadas a reestruturações profundas com recurso a despedimentos. Seja numa universidade escandinava, numa multinacional alemã, numa companhia das águas irlandesa, numa autarquia escocesa, num ministério inglês, numa empresa ferroviária suíça ou numa repartição de finanças australiana. É aí que se poupa e cria valor que irá extravasar por toda a economia e sociedade elevando-as para outro patamar de forma sustentável e impedindo a sua queda para o precipício da iniquidade e insustentabilidade a que chamam crise, empobrecimento e falta de soberania.

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Anónimo Há 2 semanas

Sejamos sérios. Queremos números de excedentários despedidos. Hoje em dia, reformas destas não se fazem sem substituir factor trabalho por factor capital e sem reduzir a quantidade líquida de factor trabalho alocado e aumentar a quantidade líquida de factor capital alocado. É dos livros, é dos mercados, é da vida. Nos territórios mais ricos e desenvolvidos estas coisas andam sempre aliadas a reestruturações profundas com recurso a despedimentos. Seja numa universidade escandinava, numa multinacional alemã, numa companhia das águas irlandesa, numa autarquia escocesa, num ministério inglês, numa empresa ferroviária suíça ou numa repartição de finanças australiana. É aí que se poupa e cria valor que irá extravasar por toda a economia e sociedade elevando-as para outro patamar de forma sustentável e impedindo a sua queda para o precipício da iniquidade e insustentabilidade a que chamam crise, empobrecimento e falta de soberania.

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