Segurança Social Falsos recibos verdes das empresas públicas não vão perder salário
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Falsos recibos verdes das empresas públicas não vão perder salário

No caso dos falsos recibos verdes ou dos falsos contratos a prazo identificados nas empresas públicas, a entrada para os quadros não pode implicar perda de salário. O mesmo não se aplica se em causa estiver, por exemplo, uma situação de trabalho temporário.
Falsos recibos verdes das empresas públicas não vão perder salário
Miguel Baltazar/Negócios

Os trabalhadores das empresas públicas que estejam a recibo verde ou a contrato a prazo, e que vejam a sua situação reconhecida como irregular, não vão perder salário se forem integrados nos quadros das empresas,

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mais votado Anónimo 06.07.2017

De precário a excedentário é um ápice. A tecnologia não pára e as forças de mercado também não.

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Anónimo 06.07.2017

Esta gente que vem das empresas públicas com altos salários e vão ser integrados da AP com os mesmos ordenados, são uma pouca vergonha.Depois falam nos ordenados dos Fp, não sabendo que os que entraram normalmente por concurso têm ordenados baixos.O PS , já nos habituou a meter gente na AP com gra

Anónimo 06.07.2017

Os governantes seguramente que terão que ir rebentar com a bolsa a alguém que ande a contar tostões para criar uma empresa startup, registar uma patente ou internacionalizar um negócio. Tudo tem um custo de oportunidade.

Anónimo 06.07.2017

Para entender a crise de equidade e sustentabilidade que tem afectado as economias desenvolvidas e posto territórios como os de Portugal e Grécia nas más bocas do mundo, é fundamental perceber que para uns serem excedentários ou pagos acima do preço de mercado, outros têm que pagar mais caro quando consomem bens e serviços, pagar mais taxa de imposto quando são tributados, obter menor retorno sobre o investimento quando investem, poupar menos quando aforram, ser pior remunerados, abaixo do seu preço de mercado, quando oferecem trabalho com real procura...

Anónimo 06.07.2017

Então mas vamos despedir as pessoas assim sem mais nem menos mesmo que elas já não tenham desde há muito qualquer tarefa justificável a cumprir na organização que as emprega e tem remunerado? Claro que não. Aumentem-se as comissões, as contribuições e os impostos às "não pessoas" que são os clientes ou utentes da organização e os contribuintes. O nível de vida das pessoas tem que ser salvo e mantido em elevado patamar custe lá o que custar. Haja humanidade. Tenham as pessoas em consideração. As não pessoas que paguem e não bufem.

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