Impostos Fisco perdoou às empresas 168 milhões em juros, custas e coimas
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Fisco perdoou às empresas 168 milhões em juros, custas e coimas

Muito se falou sobre a receita gerada pelo perdão fiscal em 2016 e o seu contributo para o cumprimento do défice. Porém, esta receita teve um preço: 168,4 milhões entre juros e custas, segundo números das Finanças. Rocha Andrade estará hoje no Parlamento a falar sobre o PERES.
Fisco perdoou às empresas 168 milhões em juros, custas e coimas
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais estará esta terça-feira no Parlamento a falar sobre o perdão fiscal.
Bruno Simão
Manuel Esteves 09 de maio de 2017 às 00:01

O Plano Especial de Redução do Endividamento ao Estado (PERES), lançado pelo Governo em meados do ano passado, perdoou às empresas 168,4 milhões de euros, revelam dados enviados pelo Ministério das Finanç

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

O que importou foi "cozinhar" uma solução rápida para o valor do deficit. Quando a excepção se torna regra, as regras passam a ser excepção. Quantas empresas, e gente com poder financeiro, não prefere reter o dinheiro de impostos, a render, quando antevê um perdão fiscal?? E com claros benefícios pela infracção?
Apenas 2 situações justificam acções recorrentes desta natureza. Desespero fiscal, ou profunda incompetência selectiva.

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Qual a diferença entre a actual geringonça e a ex coligação psd/cds nenhuma! Eles estão sempre ao lado do capital o psd/cds encheram-nos de impostos roubaram-nos parte das nossas reformas e vencimentos para sustentar bancos falidos a geringonça segue o mesmo ideal perdoou às empresas 168 milhões

valeaquilino Há 2 semanas

Porque será que aos contribuintes que pagam os impostos a tempo e horas, não lhes é atribuindo um prémio?
Afinal o crime sempre compensa, mas para isso é preciso fazer parte da lista dos ricos.

Anónimo Há 2 semanas

O que importou foi "cozinhar" uma solução rápida para o valor do deficit. Quando a excepção se torna regra, as regras passam a ser excepção. Quantas empresas, e gente com poder financeiro, não prefere reter o dinheiro de impostos, a render, quando antevê um perdão fiscal?? E com claros benefícios pela infracção?
Apenas 2 situações justificam acções recorrentes desta natureza. Desespero fiscal, ou profunda incompetência selectiva.

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