Mundo FMI diz que recuperação económica mundial está "no bom caminho", mas avisa contra complacência

FMI diz que recuperação económica mundial está "no bom caminho", mas avisa contra complacência

A directora executiva do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse este sábado, no final da cimeira do G20, que a recuperação económica está “no bom caminho”, mas advertiu contra a “complacência” e os riscos de reversão.
FMI diz que recuperação económica mundial está "no bom caminho", mas avisa contra complacência
Reuters
Lusa 08 de julho de 2017 às 21:40

"Nas minhas conversas com os líderes, destaquei-lhes que a recuperação económica global está no bom caminho, em traços gerais, e espera-se que continue no próximo ano. Ao mesmo tempo, há necessidade de nos protegermos contra a complacência e os riscos, incluindo a vulnerabilidade financeira, a baixa produtividade e o aumento da desigualdade", afirmou Lagarde, que falava no final da reunião de líderes das 20 maiores economias mundiais, que decorreu em Hamburgo, Alemanha.

Na opinião da responsável do FMI, parte activa nas reuniões do G20, os membros das principais economias avançadas e emergentes devem aproveitar este contexto positivo para reforçar o sector financeiro, melhorar os salários e reforçar os progressos nas balanças fiscais".

Lagarde destacou a importância do Plano de Ação de Hamburgo, alcançado nesta cimeira, especialmente no que diz respeito à redução de barreiras comerciais, promoção da competência, mais investimento em infraestruturas, inclusão financeira e reforma laboral, incluindo fazer frente ao aumento da robotização.

A directora do FMI felicitou a chanceler alemã, Angela Merkel, pela sua liderança durante a cimeira e por alcançar um acordo que reafirma o compromisso de todos os membros, à excepção dos Estados Unidos, com os objectivos do Acordo de Paris contra as mudanças climáticas.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, decidiu retirar os EUA deste pacto e na cimeira do G20 manteve-se à margem de compromissos colectivos sobre a luta contra as alterações climáticas.




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mais votado Anónimo Há 1 semana

Em Portugal as reformas pararam e o despesismo com salários injustificáveis e futuras pensões disparou, iniciando a contagem decrescente para o próximo resgate à República Portuguesa. O engano ou ilusão que se viveu entre 2005 e 2010 está a ser minuciosamente replicado pelo novo governo socialista. Não tenhamos dúvidas disto. Portugal julga-se imune à quarta revolução industrial e mais uma vez opta por não participar nela ou não se adaptar a ela julgando ser possível viver como economia de elevado rendimento usando o paradigma do funcionalismo público excedentário alavancado pelo crédito bancário subsidiado e tendo uma fé inabalável no turismo.

comentários mais recentes
O teu lugar é na prisão, miserável Há 1 semana

O lugar desta bruxa é atrás das grades.
Porquê ?
Enquanto foi Ministra das Finanças, em França, entrou num cambalacho criminoso, que está nas mãos da Justiça francesa.

Anónimo Há 1 semana

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

Anónimo Há 1 semana

Em Portugal as reformas pararam e o despesismo com salários injustificáveis e futuras pensões disparou, iniciando a contagem decrescente para o próximo resgate à República Portuguesa. O engano ou ilusão que se viveu entre 2005 e 2010 está a ser minuciosamente replicado pelo novo governo socialista. Não tenhamos dúvidas disto. Portugal julga-se imune à quarta revolução industrial e mais uma vez opta por não participar nela ou não se adaptar a ela julgando ser possível viver como economia de elevado rendimento usando o paradigma do funcionalismo público excedentário alavancado pelo crédito bancário subsidiado e tendo uma fé inabalável no turismo.

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