Empresas Francesa Webhelp vai contratar mais 150 pessoas para o Porto

Francesa Webhelp vai contratar mais 150 pessoas para o Porto

A Webhelp, multinacional francesa especializada em subcontratação de processos empresariais, inaugurou esta quarta-feira as suas novas instalações no Porto, onde emprega cerca de 200 pessoas e pretende contratar mais 150 até ao final deste ano.
Francesa Webhelp vai contratar mais 150 pessoas para o Porto
A Webhelp inaugurou esta quarta-feira as suas instalações no Porto, onde emprega 200 pessoas e quer contratar mais 150 até ao final deste ano.
Rui Neves 31 de maio de 2017 às 15:01

Apresenta-se como "líder mundial" em subcontratação de processos empresariais, instalou-se em Lisboa há dois anos e esta quarta-feira, 31 de Maio, inaugurou as suas instalações no Porto, no parque empresarial Hipercentro, na zona da Areosa.

 

A multinacional francesa Webhelp já emprega cerca de duas centenas de pessoas no escritório do Porto "e quer aumentar o número de colaboradores para 350 até ao final do ano", garante a empresa, em comunicado enviado ao Negócios.

 

"No Porto encontrámos um ecossistema muito propício à implementação da actividade da Webhelp, uma vez que a qualidade dos colaboradores é bastante elevada, de tal modo que um consumidor em França não nota a diferença entre ser atendido por um francês ou um português. Também porque as infra-estruturas acima da média nos permitem dar as condições que pretendemos aos nossos colaboradores", justifica Benoist Voidie, director do escritório do Porto da Webhelp Portugal.

 

Esta multinacional francesa garante que, das 200 pessoas que hoje integram a equipa da Webhelp no Porto, "mais de 90% são locais, o que significa que a quase totalidade dos postos de trabalho criados destinaram-se a habitantes do distrito".

Entre Lisboa e Porto, a Webhelp emprega já cerca de 800 pessoas no nosso país.

 

Fundada em 2000, a Webhelp é um grupo de origem francesa especializado na subcontratação de processos empresariais ("Business Process Outsourcing") de âmbito mundial.

 

Está actualmente presente em 28 países, conta com um efeito superior a 35 mil pessoas e possui uma carteira de clientes nos mais variados sectores, desde telecomunicações, energia, transportes, turismo ou serviços financeiros.




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mais votado Anónimo 31.05.2017

Nas economias avançadas fazem o hardware porque avançam com o capital e o talento. Em Portugal abrem os serviços soft, low wage e low cost, temporários e do fundo da escala da cadeia de valor. Portugal continua a laborar nos mesmos erros do passado.

comentários mais recentes
Anónimo 01.06.2017

Que saudades de Passos Coelho de PSD, de CDS, era ver o desemprego sempre a subir, subir, subir, os cortes nos direitos sociais sempre a subir, Subir, SUBIR, que saudades daquele tempo que se via o Telejornal a Tremer, tremer, TREMER.
Este ano voltamos a ter subsídios de Férias e de Natal, certa ?

policia e gnr velhinhos 60 anos reformados S/corte 31.05.2017

PONHAM OS CIGANOS E PESSOAL DOS BAIRROS SOCIAIS QUE PASSAM DIAS A BRINCAR COM TELEMOVEL A TRABALHAR

NOS SOMOS ESPECIAIS DE CORRIDA GT PQ FICAMOS SEM TESÃO PARA TAREFAS BASICAS AOS 60 ANOS

OS TUGAS MANSOS E TANSOS QUE TRABALHEM ATE AOS 66 ANOS E 4 MESES

Palonço 31.05.2017

Ora aqui está mais uma má noticia para os adoradores do demo. Mas vão ter que se vacinar ou então vão ficar doentes.

Anónimo 31.05.2017

Nas economias avançadas fazem o hardware porque avançam com o capital e o talento. Em Portugal abrem os serviços soft, low wage e low cost, temporários e do fundo da escala da cadeia de valor. Portugal continua a laborar nos mesmos erros do passado.

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