Função Pública Frente Comum: Adesão à greve próxima dos 100% em hospitais e escolas

Frente Comum: Adesão à greve próxima dos 100% em hospitais e escolas

A adesão à greve no segundo turno dos hospitais e nas escolas estava, às 10:00 de hoje, próxima dos 100%, disse à agência Lusa a coordenadora da Frente Comum de sindicatos da Função Pública, Ana Avoila.
Frente Comum: Adesão à greve próxima dos 100% em hospitais e escolas
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 27 de outubro de 2017 às 10:56

"Confirma-se a previsão que tínhamos feito na semana passada e ontem com o lançamento da greve e primeiros dados: esta é uma grande greve, com uma adesão muito elevada. Às 10:00 estava próxima dos 100%", indicou, remetendo informação sobre mais dados para a conferência de imprensa a realizar hoje ao final da manhã.

 

De acordo com Ana Avoila, a adesão no segundo turno dos hospitais era, até às 10:00, de cerca de 100%.

 

"Ainda não temos os dados de todos os hospitais, mas, com o que temos, conseguimos perceber que é uma grande adesão. Por exemplo, no Hospital Amadora-Sintra e na Estefânia, em Lisboa, não há consultas externas e o bloco operatório e a enfermaria também estão a ser afectados", disse.

 

No entender da coordenadora da Frente Comum, estes dados apontam para uma elevada adesão na saúde e nas escolas de Norte a Sul do país.

 

"No que diz respeito às escolas, são centenas. Estamos constantemente a receber dados de mais escolas fechadas. No distrito de Lisboa temos, por exemplo, encerradas a Virgílio Ferreira, a Delfim Santos, nas Olaias, a Rainha D. Leonor e a D. Dinis, em Odivelas, o que demonstra o descontentamento que existe nas escolas", sublinhou.

 

A coordenadora da Frente Comum tinha avançado anteriormente com uma adesão de cerca de 100%, poucas horas depois do seu início.

 

A greve nacional da função pública, convocada pela Frente Comum, começou às 00:00 de hoje, com os hospitais a serem os primeiros serviços afectados pela paralisação.

 

Os professores também marcaram uma greve, convocada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) em defesa dos direitos, das carreiras, da estabilidade e dos salários.

 

Em causa na greve nacional está a falta de respostas às reivindicações da Frente Comum, como o aumento dos salários na função pública, o descongelamento "imediato" das progressões na carreira e as 35 horas semanais para todos os trabalhadores.

 

Esta é a terceira greve nacional dos trabalhadores da Administração Pública com o actual Governo e a primeira convocada pela Frente Comum de Sindicatos, segundo a listagem cedida pela estrutura sindical.

 

A primeira greve com o executivo de António Costa ocorreu em 29 de Janeiro de 2016 e foi convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos da Administração Pública, assim como a de 26 de maio deste ano, que teve como objectivo reivindicar aumentos salariais, o descongelamento das carreiras, o pagamento de horas extraordinárias e a redução do horário de trabalho para 35 horas em todos os serviços do Estado.




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comentários mais recentes
eleitor Há 3 semanas

Que saudades tem esta Voilinha , do desgoverno P.A.F .........Mas enfim tem de justificar o tachito , ou correr atrás de um como a Cristas !

Anónimo Há 3 semanas

Deviam usar a cara desta coisa para promover a Mulher Portuguesa. Esta sim! Acaba o turismo numa foto! E nem precisa de abrir a boca e de fazer ouvir aquela voz de sapatao!

General Ciresp Há 3 semanas

Mulher e VELHA a remar contra a mare,nao atinge 20 metros de distancia.Por acaso nao leu o que os portugueses ontem disseram,sem bem que foram privados que responderam ao inquerito,mesmo assim da para pensar.Chega de andarem agarrados aos TOMATES dos privados.

Mr.Tuga Há 3 semanas

Força "camaradas" !!!!!!!!!!!!!!!!!!
É continuar a ABRIR AS PERNAS DO CONTRIBUINTE enquanto os esquerdalhos DESPESISTAS RUINOSOS não secam a teta....

Se cá o burgo não tem dinheiro e continua com divida galopante?!?!? Que interessa isso!

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