Negócios num minuto  Função Pública: progressões e alívio fiscal não chegam em Janeiro

Função Pública: progressões e alívio fiscal não chegam em Janeiro

Progressões na carreira e IRS trazem boas notícias para os funcionários públicos, mas para a maioria nenhuma delas será sentida no salário de Janeiro. Para já, sentirão apenas a quebra motivada pelo fim do pagamento em duodécimos do subsídio de Natal, explica o editor executivo do Negócios, Manuel Esteves.
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Negócios 19 de janeiro de 2018 às 18:02



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mais votado Anónimo 20.01.2018

Portugal é uma economia que se foca exageradamente no sindicalismo e esquece por completo a boa gestão de recursos humanos, que teria que estar associada a um mercado laboral flexível, a um mercado de capitais forte e dinâmico, e a um Estado Social equilibrado. Por isso tem vivido de resgate em resgate, fundo europeu em fundo europeu e com polícias, bombeiros, hospitais e escolas mal equipadas, cheias de infraestruturas decrepitas e material obsoleto dignos de países do Terceiro Mundo ou de há 40 anos atrás.

comentários mais recentes
Anónimo 22.01.2018

Ser excedentário sindicalizado de carreira é uma arte. Tal como ser burlão ou carteirista também é uma arte. O que acontece numa economia sujeitada a tantos artistas é que áreas carenciadas com real procura permanecem carenciadas, e áreas flageladas pelo sobreemprego ou até mesmo manifestamente desnecessárias e injustificáveis no seu todo, transformam-se em Segurança Social de Luxo para os respectivos assalariados. Esta é a tragédia de qualquer país votado à rigidez do mercado laboral que por arrastamento enfraquece o mercado de capitais. Se os mercados de factores produtivos não são saudáveis, o empobrecimento, o atraso, a dependência externa e as crises, andam sempre à espreita. Assim é nas Venezuelas, Coreias do Norte, Grécias e Portugais deste mundo.

Anónimo 21.01.2018

Exigem um indecoroso rendimento máximo garantido, bem acima do preço de mercado, quando é sobejamente conhecido que a avalanche de exageradas contribuições e impostos pagas mal dão, nesta economia portuguesa extractora de valor, anti-mercados, cegamente pró-trabalho e rancorosamente anti-capital e assim incapaz de criar valor como os seus pares mais ricos e desenvolvidos, para suportar um justo e equilibrado rendimento mínimo garantido.

Anónimo 20.01.2018

Portugal é uma economia que se foca exageradamente no sindicalismo e esquece por completo a boa gestão de recursos humanos, que teria que estar associada a um mercado laboral flexível, a um mercado de capitais forte e dinâmico, e a um Estado Social equilibrado. Por isso tem vivido de resgate em resgate, fundo europeu em fundo europeu e com polícias, bombeiros, hospitais e escolas mal equipadas, cheias de infraestruturas decrepitas e material obsoleto dignos de países do Terceiro Mundo ou de há 40 anos atrás.

General Ciresp 19.01.2018

O ano asiatico so comeca em fevereiro.O gana(po)d.branca ja disse mais do q 1 vez q era meio aziatico,infeliz/ ele nao e acabado em nada,tudo nao vai alem do meio.Tem graca q alguem da gerigonca disse q as mulheres em portugal tem de ter o mesmo salario dos homens e para quando o publico e o PRIVADO

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