Função Pública FMI: Função Pública volta a ser a mais visada no corte de quatro mil milhões
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

FMI: Função Pública volta a ser a mais visada no corte de quatro mil milhões

FMI aponta maiores fontes de poupanças para cumprir metas.
FMI: Função Pública volta a ser a mais visada no corte de quatro mil milhões
Nuno Aguiar 09 de janeiro de 2013 às 07:00

O FMI aponta duas vias centrais para a redução do peso do Estado: cortar nos salários dos funcionários públicos e baixar pensões. Com o objectivo de poupar quatro mil milhões de euros, o conjunto

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais

A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 09.01.2013

Cortem as despesas com os Municipios ( 99,9% deles emprega quase 50 % da população), as PPP e os contratos ruinosos em que se vende edificios por 11 e depois num só ano pagam 13, deixem de roubar a quem trabalha realmente e ponham os boys até 30 anos ESPECIALISTAS (só se for em direito e mesmo assim tenho todas as duvidas) no olho da rua que de especialistas não têm nada, com os tachos para os amigos e contratos para quem deu dinheiro para as eleições e deixem-se de tretas. Está-se mesmo a ver que o FMI não sabe do que está a falar, já para não dizer os jornalistas quem escrevem aqui cada bacorada que até dá voltas ao estomago.

comentários mais recentes
silva 30.10.2013

os funcionarios publicos que começaram a trabalhar e fazer descontos para CGA e pagar impostos aos 18 anos , foram condenados a 48 anos de trabalho.
As camaras municipais .Anónimo das 08.27 h, são , a ver pelo que se passa - tipo empresas particulares cujos presidentes arranjam emprego para familia e amigos.ja basta as 400 empresas camararias a dar prejuizo.

Palermice 09.01.2013

Mas já alguém fez um estudo concreto e detalhado sobre a função pública? Quantos são afinal? Por que sectores de actividade se dividem? Se há FPs a mais, onde estão? Estão a mais em todo o lado, ou existem a mais na educação, mas faltam na saúde? Alguém sabe em concreto? Que tipos de regalias e benefícios existem em cada um dos serviços ou subsectores do estado? Quantos e quais são os regimes remuneratórios e os regimes de Segurança Social e de assistência na saúde? Alguém sabe em concreto quais as diferenças entre o subsistema de assistência na saúde da grande maioria dos FPs (ADSE) e o que existe para os militares ou o dos magistrados? Alguém sabe, ou explica, porque é que na Assembleia da Republica os funcionários públicos que lá trabalham, tem um acréscimo salarial de 80% (não é gaffe, são mesmo 80%) quando comparado com um FP de outro serviço que exerça precisamente as mesmas funções? Quantos mais e quais são os subsistemas remuneratórios existentes no Estado. Não seria útil estar de posse de toda esta informação antes de efectuar reformas radicais? Ou vai corta-se a eito e a torto e a direito? Os trabalhadores do privado costumam dizer que existem grandes diferenças de benefícios e regalias entre o sector público e o sector privado… mas acreditem no que lhes digo… as diferenças dentro da própria FP são muito maiores…

Anónimo 09.01.2013

Cortem as despesas com os Municipios ( 99,9% deles emprega quase 50 % da população), as PPP e os contratos ruinosos em que se vende edificios por 11 e depois num só ano pagam 13, deixem de roubar a quem trabalha realmente e ponham os boys até 30 anos ESPECIALISTAS (só se for em direito e mesmo assim tenho todas as duvidas) no olho da rua que de especialistas não têm nada, com os tachos para os amigos e contratos para quem deu dinheiro para as eleições e deixem-se de tretas. Está-se mesmo a ver que o FMI não sabe do que está a falar, já para não dizer os jornalistas quem escrevem aqui cada bacorada que até dá voltas ao estomago.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub