Defesa Governo anuncia 100 milhões para melhorar condições da GNR e PSP

Governo anuncia 100 milhões para melhorar condições da GNR e PSP

A ministra Constança Urbano de Sousa revelou que o investimento pode mesmo ser superior, porque depende muito também de receitas que possam ser oriundas de vendas de património e que reverterão exclusivamente para a requalificação das infraestruturas".
Governo anuncia 100 milhões para melhorar condições da GNR e PSP
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 21 de dezembro de 2016 às 13:30
A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, anunciou hoje um investimento "superior a 100 milhões de euros" para os próximos cinco anos na melhoria dos quartéis e esquadras da GNR e PSP.

Durante a inauguração do posto da GNR de Porto de Mós, a ministra considerou que existem várias esquadras e quartéis da PSP e GNR a necessitarem de obras urgentes para garantirem melhores condições para os seus elementos e cidadãos.

"Não é nada que se consiga resolver de hoje para amanhã. Existem vários locais mais urgentes, como Cucujães, Vila Real de Santo António ou onde está albergado o corpo de intervenção da PSP na Ajuda ou no Porto, que são infraestruturas que hoje têm um elevado grau de degradação e que estão devidamente identificadas e priorizadas", exemplificou Constança Urbano de Sousa à margem da cerimónia.

A ministra revelou que, "para os próximos cinco anos, prevê-se um investimento superior a 100 milhões de euros, mas que até pode ser superior, porque depende muito também de receitas que possam ser oriundas de vendas de património e que reverterão exclusivamente para a requalificação das infraestruturas".

Constança Urbano de Sousa informou ainda que "é preciso planear obra e paulatinamente ir recuperando e criando novas condições e novas instalações".

Por isso, "está neste momento em discussão na Assembleia da República uma lei de programação que vai permitir ao longo dos próximos cinco anos planear o investimento e, sobretudo, dotar de instrumentos financeiros que permitam financiar ao longo dos próximos anos obras de requalificação e de construção de postos da GNR e de esquadras da PSP".

Sobre o posto de Porto de Mós, a ministra salientou que as novas instalações "estão mais adequadas ao tipo de exigências que hoje se colocam e também permitem um atendimento condigno da população que serve", não esquecendo "as pessoas com deficiência, que têm sempre muita dificuldade em aceder a este posto e têm esse direito".

"Com este posto garantimos aos 22 militares que prestam aqui serviço todas as condições necessárias ao desempenho das suas funções. Estão reunidas as condições para que Porto de Mós tenha um novo posto ao serviço da população onde o efetivo da GNR continuará a fazer mais e melhor policiamento", acrescentou.

O novo posto da GNR de Porto de Mós resulta de um investimento de cerca de 500 mil euros, num acordo "tripartido" entre a autarquia, o Ministério da Administração Interna e a GNR, disse o presidente da Câmara, João Salgueiro, que considerou que o novo posto está "moderno, bem equipado e funcional".

"Passamos hoje a dispor de condições dignas que contribuirão para uma adequada missão. O senhor primeiro-ministro esteve em Porto de Mós no sábado e disse que não eram as paredes e o betão que faziam uma melhor escola, também aqui não é a parede nem o betão que fazem um melhor quartel. O melhor quartel começa nas prestações dos nossos militares. Mas com melhores ferramentas trabalha-se melhor", sublinhou João Salgueiro.

O comandante Geral da GNR, tenente-general Manuel da Silva Couto, salientou que "os dados da evolução da criminalidade nesta região, quer do ponto de vista quantitativo, quer qualitativo, mostram que a população vive num ambiente de relativa paz e tranquilidade pública, que importa manter".

Nos últimos anos, "a criminalidade no concelho, sobretudo nos crimes contra o património, tem vindo a registar um decréscimo assinalável, fruto da cooperação e da proactividade da Guarda e demais parceiros locais, projectando-se de forma muito positiva no sentimento de segurança da população", adiantou.



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mais votado Anónimo 21.12.2016


CORTAR JÁ, NAS PENSÕES ATUAIS DOS LADRÕES FP / CGA

Os beneficiários da CGA não descontaram nem para metade da pensão que recebem.

O buraco anual de 4 600 milhões de €, da CGA, é sustentado pelos impostos cada vez mais altos suportados pelos trabalhadores e pensionistas do privado.

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Claramente compraram votos às polícias e militares. A Constança das armas voadoras (afinal não eram só vacas) ontem até se descaiu e disse quantas horas por semana papam ao erário público os sindicalistas da polícia. Mas, para além dos milhões, a ala socrática que está no Governo às paletes, deu simplesmente o seguinte:
Passagem à reserva aos 56 anos e aposentação aos 60. Isto é, trabalham até aos 56, os outros, aqueles que falam mal do impoluto Sócrates, vergam a espinha até aos 66 anos e 4 meses. Nunca mais me apanham um voto! E também só faltarei à votação por motivos de saúde... estas benesses foram dadas meio à socapa, mas agora que se sabe... como diz a Ministra com aquela vozinha... "reámeinte". Ui Jasus!...

Anónimo 21.12.2016


CORTAR JÁ, NAS PENSÕES ATUAIS DOS LADRÕES FP / CGA

Os beneficiários da CGA não descontaram nem para metade da pensão que recebem.

O buraco anual de 4 600 milhões de €, da CGA, é sustentado pelos impostos cada vez mais altos suportados pelos trabalhadores e pensionistas do privado.

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