Função Pública Governo anuncia 600 novos elementos para a GNR

Governo anuncia 600 novos elementos para a GNR

O Governo anunciou hoje o recrutamento de 600 militares para a GNR e de 200 para as Forças Armadas no âmbito do reforço da prevenção e do combate aos incêndios florestais.  
Governo anuncia 600 novos elementos para a GNR
Correio da Manhã
Lusa 25 de janeiro de 2018 às 17:28

A autorização de despesa para o recrutamento de elementos para a Guarda Nacional Republicana e para a contratação de efectivos para as Forças Armadas foi hoje decidida em Conselho de Ministros.

 

No final da reunião, o ministro-adjunto, Pedro Siza Vieira, afirmou aos jornalistas que o Conselho de Ministros "decidiu um conjunto de autorizações de despesa precisamente para permitir o reforço de meios e de recursos humanos" para a prevenção e combate aos incêndios "com efeitos imediatos".

 

Nesse sentido, o ministro adiantou que, ao nível dos meios humanos, foi deliberado o reforço em 500 elementos do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR, em 100 elementos do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR e ainda a contratação de 200 guardas florestais.

 

"Para o reforço dos efectivos que serão agora afectos aos GIPS e ao SEPNA foi decidido o recrutamento externo de 600 militares para GNR", anunciou.

 

Actualmente, os GIPS têm cerca de 600 elementos e para integrar esta unidade da GNR é feito um recrutamento a nível interno e frequência de uma formação.

 

Pedro Siza Vieira avançou que também foi decidido "a contratação de 200 efectivos para as Forças Armadas em regime de voluntariado e em regime de contrato".

 

Na conferência de imprensa, o ministro sublinhou igualmente que, no âmbito do reforço dos equipamentos, o Conselho de Ministros decidiu a autorização de despesa "para reforço das capacidades do SIRESP" (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal) e a aquisição de fardamentos e equipamentos de protecção individual para os agentes envolvidos, bem como compra de veículos de transporte e combate aos fogos.

 

Segundo o ministro, foi ainda autorizada a realização de despesa para a aquisição de equipamentos para a engenharia militar e o reforço do sistema da vigilância aérea da Força Aérea Portuguesa (FAP).

 

"O Orçamento do Estado para 2018 apropriou uma verba global de cerca de 622 milhões de euros para enfrentar os problemas gerados pelos incêndios de 2017 e preparar a próxima época de incêndios", sustentou.

 

Questionado sobre a intervenção da Força Aérea no combate aos fogos, o ministro referiu que o Conselho de Ministros de 21 de Outubro deliberou que a FAP passe "a assumir a gestão e o comando centralizado dos meios aéreos de combate aos incêndios florestais", mas esta "não é uma medida de impacto imediato", estando o Ministério da Administração Interna e a FAP a avaliar a forma e o momento dessa transição.

 

No entanto, frisou, a Força Aérea vai ter desde já "um envolvimento acrescido em missões de patrulhamento e de prevenção", tendo sido, por isso, reforçada a aquisição de meios para vigilância aérea.

 




A sua opinião6
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentários mais recentes
Fpublico condenado a 48 anos trabalho/descontos 26.01.2018

o enquadramento da noticia, esta errado

DESDE QUANDO OS GNR SÃO FUNÇÃO PUBLICA?

SE SÃO, ENTÃO EU SOU MAIS QUE DISCRIMINADO

ACONTECE, SOU BRANCO E NASCI EM PORTUGAL

A PARECE QUE HA ESCUROS-NEGROS GNR

QUE RAIO DE DEMOCRACIA É ESTA?!

policia/GNR, militares velhinhos 60 anosS/Corte 26.01.2018

é bom pq nos aos 60 anos ficamos sem tesão para tarefas basicas

os tugas que trabalhem ate aos 66 anos e 6 meses

Camponio da beira 25.01.2018

Os assaltos e assassinatos(primncipalmente de violencia domestica)sucedem-se, as mortes na estrada é aos 500 por ano, mas para aterrorizar e sacar dinheiro aos agente economicos não falta gente fardada.

Tereza economista 25.01.2018

Prova da incompetência e incapacidade desgoverno, pois temos mais policias que os EUA, localidades onde existe psp, GNR, pj, sef, etc, só para complicar a atividade uns dos outros. A reforma nunca, há que garantir taxos e taxinhos.

ver mais comentários