Economia Governo aprova programa de fundos europeus para o interior

Governo aprova programa de fundos europeus para o interior

Depois de ter avançado em entrevista ao Negócios e à Antena 1 a intenção de criar um programa de fundos europeus destinado ao investimento empresarial no interior, Pedro Siza Vieira especificou este sábado que o apoio pode chegar a 1.700 milhões de euros.
Governo aprova programa de fundos europeus para o interior
Negócios com Lusa 14 de julho de 2018 às 16:21
O Governo vai criar um programa de concursos de 1.700 milhões de euros para apoiar o investimento empresarial no interior, no âmbito da reprogramação do Portugal 2020, anunciou este sábado o ministro Adjunto. A medida está prevista no Programa de Valorização do Interior, aprovado em Conselho de Ministros Extraordinário, que decorreu na Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra.

No final da reunião e em declarações aos jornalistas, o ministro Adjunto, Pedro Siza Vieira, salientou que está a ser trabalhada com o Ministério do Planeamento e Infraestruturas a aprovação de um programa específico de apoio ao investimento empresarial, no âmbito dos sistemas de incentivos do Portugal 2020.

Esse programa contempla "um apoio de até 1.700 milhões de euros, especificamente para os territórios de baixa densidade", sublinhou Pedro Siza Vieira.

O ministro Adjunto salientou que esta medida "casa" com outras, nomeadamente um programa de captação de investimento no interior, que contempla a promoção ativa nacional e internacional destes territórios e uma linha de crédito para apoiar o investimento das pequenas e médias empresas.

O ministro Adjunto já anunciara esta intenção em Maio em entrevista ao Negócios e à Antena 1. "Uma coisa que neste momento o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas está a estudar e que o secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão vai começar a trabalhar também é, dentro da reprogramação do Portugal 2020, passarmos a ter um programa específico destinado aos territórios de baixa densidade, vinculada à criação de emprego", disse então Pedro Siza Vieira.  



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