Conjuntura Governo destaca crescimento "socialmente mais equitativo"

Governo destaca crescimento "socialmente mais equitativo"

O Ministério das Finanças considera que o crescimento do PIB conseguido no ano passado corrobora a "solidez" das projecções orçamentais incluídas no Orçamento do Estado para 2018, já que o crescimento do PIB ficou ligeiramente acima da previsão do Executivo.
Governo destaca crescimento "socialmente mais equitativo"
Miguel Baltazar/Negócios
Marta Moitinho Oliveira 14 de fevereiro de 2018 às 11:38
O Governo considera que o crescimento do PIB de 2,7% alcançado no ano passado é "socialmente mais equitativo, assente na criação de emprego e numa gestão criteriosa das contas públicas", revela o Ministério das Finanças em comunicado. 

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou esta manhã uma estimativa rápida para a evolução da economia portuguesa no ano passado, dando conta de um crescimento de 2,7%, ao ritmo mais alto desde 2000.

"Em 2017, o PIB cresceu 2,7%, mais 1,2 pontos percentuais que o verificado no ano anterior, reflectindo uma significativa aceleração da actividade económica com destaque para o investimento", descreve o ministério tutelado por Mário Centeno. As Finanças acrescentam que "a economia portuguesa cresce pelo décimo quinto trimestre consecutivo, mas agora num contexto de maior equilíbrio das contas públicas e das contas externas".

O Ministério das Finanças sublinha também o comportamento da economia face ao trimestre anterior, "marcado por um contributo vigoroso das exportações de bens e serviços" e destaca que os registos hoje conhecidos, estando ligeiramente acima da última previsão do Governo que apontava para um crescimento de 2,6%, corrobora "a solidez dos cenários macroeconómicos subjacentes às projecções orçamentais".

"O crescimento robusto do PIB acompanha uma evolução sólida do mercado de trabalho. Com mais 161 mil empregos e menos 121 mil desempregados do que em 2016, a taxa de desemprego caiu para os 8,1%", adiantam ainda as Finanças para sustentar que o crescimento económico aponta também para um enquadramento mais equitativo.




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