Economia Governo encara 580 euros como valor ‘indicativo’ para 2018

Governo encara 580 euros como valor ‘indicativo’ para 2018

Patrões voltam a denunciar incumprimento do acordo do salário mínimo. E recomendam cautela. Também reconhecem que o crescimento cria condições favoráveis a nova subida.



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mais votado Anónimo 02.06.2017

Numa altura em que a maioria do tipo de empregos prevalecentes na economia portuguesa está prestes a ser amplamente automatizado por via das inovadoras soluções, extremamente económicas e eficientes, já disponíveis no mercado global, é forçoso saber alertar para mais este erro de estratégia e planeamento que é querer garantir a fantasia verdadeiramente lunática das carreiras e empregos intocáveis e para toda vida, e ao mesmo tempo decretar múltiplos aumentos salariais. É que se elevassem um pouco os salários por via legislativa e regulatória, mas deixassem despedir excedentários num mercado laboral flexível no sector público e privado, tudo bem. A automação levada a cabo num racional e oportuno processo de substituição de factor produtivo trabalho por factor produtivo capital, dar-se-ia, elevando assim todos os mais cruciais padrões e indicadores económicos da economia portuguesa. Mas impedir o despedimento é condenar mais uma vez a economia portuguesa ao empobrecimento e atraso.

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Anónimo 02.06.2017

A competitividade é desenvolver a economia através da criação de condições para que o mercado laboral seja o mais flexível possível e o mercado de capitais seja o mais forte e dinâmico que se conseguir, promovendo assim todas as condições para gerar, atrair e fixar o melhor e mais adequado talento e capital disponíveis nos mercados internos e externos de factores a cada momento. O lixo é tudo aquilo que se opõe a esta lógica e não reconhece a sua importância para que se possam atingir níveis de prosperidade, equidade e sustentabilidade elevados na economia.

Anónimo 02.06.2017

Numa altura em que a maioria do tipo de empregos prevalecentes na economia portuguesa está prestes a ser amplamente automatizado por via das inovadoras soluções, extremamente económicas e eficientes, já disponíveis no mercado global, é forçoso saber alertar para mais este erro de estratégia e planeamento que é querer garantir a fantasia verdadeiramente lunática das carreiras e empregos intocáveis e para toda vida, e ao mesmo tempo decretar múltiplos aumentos salariais. É que se elevassem um pouco os salários por via legislativa e regulatória, mas deixassem despedir excedentários num mercado laboral flexível no sector público e privado, tudo bem. A automação levada a cabo num racional e oportuno processo de substituição de factor produtivo trabalho por factor produtivo capital, dar-se-ia, elevando assim todos os mais cruciais padrões e indicadores económicos da economia portuguesa. Mas impedir o despedimento é condenar mais uma vez a economia portuguesa ao empobrecimento e atraso.

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