Economia Governo: Portugueses têm que fazer "uso parcimonioso" e autarquias devem limitar água

Governo: Portugueses têm que fazer "uso parcimonioso" e autarquias devem limitar água

Governo: Portugueses têm que fazer "uso parcimonioso" e autarquias devem limitar água
Governo: Portugueses têm que fazer "uso parcimonioso" e autarquias devem limitar água
Miguel Baltazar
Lusa 30 de outubro de 2017 às 14:37

Os portugueses têm que fazer "uso parcimonioso" da água e as autarquias devem limitar o uso da água em lavagens de ruas e regas a situações inadiáveis, avisou hoje o Governo.

 

O ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, em conferência de imprensa com o seu colega da Agricultura, Capoulas Santos, avisou "que ninguém se iluda" quanto à gravidade da seca que afecta o país.

 

"Não é por chover dois ou três dias que a situação se vai inverter", salientou, indicando que vai arrancar, nos meios de comunicação social, uma campanha para promover o uso cuidadoso da água por toda a população.

 

João Matos Fernandes apontou o exemplo do município de Nelas, que encerrou as suas piscinas, como seguidor de "uma orientação que é para todo o país" e que está a ser "assumida pelas autarquias".

 

"Quanto mais se agravar [a seca] mais essas medidas terão de ser assumidas", admitiu o ministro do Ambiente.

 

Questionado sobre a campanha de abastecimento com camiões cisternas em curso em vários municípios do distrito de Viseu, Matos Fernandes afirmou que o Governo "não tem expectativa" para já de que a medida tenha que ser repetida em outras zonas do país.

 

A primeira prioridade na poupança de água é reservá-la para o consumo humano, indicou, afirmando que nos últimos lugares de prioridade estão a rega de jardins, o enchimento de piscinas e o funcionamento de fontes ornamentais.

 

Quer Portugal quer Espanha estão a cumprir os valores mínimos de caudais exigidos a ambos os países na gestão de rios internacionais, como o Tejo.

 

O ministro da Agricultura, Capoulas Santos, destacou a alimentação e a água para o gado como as principais prioridades no sector agrícola nesta altura e anunciou a abertura de uma linha de crédito para tesouraria dos agricultores no valor de cinco milhões de euros.

 

"O uso sustentável da água tem que ser uma preocupação dos portugueses", não só na situação de urgência que se vive hoje, mas também para o futuro, "num tempo mais lato", sublinhou Capoulas Santos.

 




A sua opinião10
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 3 semanas

FANTÁSTICO!
VIVEMOS NUM PAÍS DE AMADORES.

NÃO GOSTO DOS JUDEUS, MAS ACHO QUE O GOVERNO, DEVERIA PEDIR UMA CONSULTA A ISRAEL, PARA ELES VIREM CÁ FAZER UM DIAGNÓSTICO SOBRE A FALTA DE ÁGUA EM PORTUGAL.
NOTA:
AO JUDEUS JÁ CÁ ESTIVERAM EM 1978, DURANTE O GOVERNO DE MÁRIO SOARES QUE ATÉ CRIOU UM IMPOSTO QUE ERA COBRADO NO RECIBO DA LUZ E QUE NUNCA MAIS SE SOUBE PARA ONDE FOI ESTE DINHEIRO, ( PERIODO EM QUE ATÉ A ENERGIA ERA CORTADA ALGUMAS HORAS POR DIA) E, RIRAM-SE QUANDO LHES FOI DITO QUE O PAIS ESTAVA EM SECA EXTREMA!
O QUE ACONTECE É QUE A MAIOR PARTE DA ÁGUA DA CHUVA, VAI DIRECTAMENTE PARA O MAR!

comentários mais recentes
Criador de Touros Há 3 semanas

António Costa quando os bombeiros andavam aflitos a apagar fogos, andava com vontade de rir, agora já gosta muito deles e deu uma entrevista num quartel de bombeiros. Este Costa não é bombeiro, mas gostaria de ser...

anonimo Há 3 semanas

Na hora em que os ministros falavam na poupança de água, um vizinho estava a lavar o carro. É como os incêndios, ainda agora vi pela janela que havia um incêndio no concelho vizinho, notava-se perfeitamente que tinha resultado de uma queimada.Com portugueses destes , só a repressão faz efeito.

Camponio da beira Há 3 semanas

Por acaso já alguém foi ver como foi gerido o caudal ecologico das barragens que agora não têm água.....se calhar tiravam umas certas conclusões....

General Ciresp Há 3 semanas

A Ceita gameleira e tao enorme que o d.branca esconde metade.Um dia destes foi mostrado pela gerigonca a fartura de agua,eles ate diziam q podia nao chover um par de anos seguidos que agua nao era problema,e secalhar nao.Este alerta e para os desculpar da derrocada dos incendios e suas consequencias

ver mais comentários
pub