Finanças Públicas Governo prevê gastar mais em salários do que anteriormente
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Governo prevê gastar mais em salários do que anteriormente

O Programa de Estabilidade revê em cerca de 1.200 milhões a despesa com pessoal prevista para 2017 e para os dois anos seguintes. Mas o Governo garante a Bruxelas que desta vez vai mesmo reduzir o número de funcionários públicos.
Governo prevê gastar mais em salários do que anteriormente
Miguel Baltazar/Negócios

O Governo prevê gastar mais 1.172 milhões de euros do que o previsto anteriormente em despesas com pessoal até ao final da legislatura. Esta diferença contempla a revisão em alta

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais

A sua opinião11
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 17.04.2017

Portugal não tem um problema de sobrepagamento, os custos do trabalho não são elevados. Portugal tem um problema de excedentarismo e rigidez das regras laborais.

comentários mais recentes
Anónimo 19.04.2017

Nenhum mercado, seja laboral, de capitais ou outro, é imutável. Em todos eles os preços de mercado sofrem constantes alterações e em ambos os sentidos, ascendente e descendente. Não se pode ser tão ingénuo ou ignorante ao ponto de sugerir que nos mercados laborais o preço de equilíbrio é sempre constante e quando se move só se desloca no sentido ascendente.

Mr.Tuga 19.04.2017

Mas alguem acredita nas contas destes canalh*as DESPESISTAS!

Alguem acha possivel com tanto aumento de DESPESA e reposições de mordomias o defice baixar?!
Deixem as taxas de juro e o petroleo subir, o BCE deixar comprar divida tuga, o turismo estabilizar nos paises em risco, e vão ver como DOI!

Anónimo 19.04.2017

O excedentário é pago com impostos e dívida pública com origem em credores externos. O sobrepagamento efectuado ao excedentário ainda lhe dá para aforrar e adquirir títulos de dívida junto do Estado. Depois o Estado cobra mais impostos e emite mais dívida junto de credores externos e títulos de tesouro para os excedentários, cada vez em maior número face às necessidades e cada vez mais sobrepagos por via de progressões e outros bónus, comprarem. De seguida vem eleição e o excedentário vota em quem promove o excedentarismo e endivida e taxa o resto da população para sustentar esta forma de pilhagem e extorsão continuada. De seguida entram os bancos cá do burgo. Concedem créditos de todos os tipos, formas e feitios aos excedentários e exigem ao governo mais excedentários para terem mais clientes a quem conceder mais crédito. Os juros sobem. Nova ronda de aumentos a pedido dos sindicatos dos excedentários e a pedido dos bancos. Bancarrota. Troika. Governo impopular por um mandato. Repete.

Camponio da beira 17.04.2017

Ó Zé, nas camaras do interior, a população em 30 anos reduziu para um terço, e os funcionarios aumentaram 6 vezes, e agora têm computadores que fazem o trabalho de 5 pessoas, agora calcule quantos estão a mais.

ver mais comentários
Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub