Ambiente Governo reforça combate a incêndios com mais 17 meios aéreos até ao fim do mês

Governo reforça combate a incêndios com mais 17 meios aéreos até ao fim do mês

O dispositivo de combate aos incêndios foi reforçado com mais 17 meios aéreos, até final de Outubro, por causa do risco de fogo florestal, anunciou o Ministério da Administração Interna (MAI).
Governo reforça combate a incêndios com mais 17 meios aéreos até ao fim do mês
Reuters
Lusa 23 de outubro de 2017 às 07:18
Em comunicado divulgado domingo à noite, o MAI explica que o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, autorizou o reforço do dispositivo aéreo de combate aos incêndios com 17 meios aéreos: 13 helicópteros ligeiros e quatro aviões médios anfíbios.

Este reforço significa "praticamente uma duplicação do dispositivo de meios aéreos disponíveis até ao final de Outubro -- de 18 para 35 --", num investimento de cerca 1,4 milhões de euros, lê-se na nota de imprensa.

Para os próximos dias haverá também um aumento de meios de combate, de 660 elementos e 132 viaturas, e um reforço do patrulhamento por parte das Forças Armadas, com 86 equipas de patrulha em todos os distritos do território continental, em articulação com a GNR e a PSP.

A decisão do MAI é tomada tendo em conta "a previsão de condições meteorológicas adversas e o índice de risco de incêndio florestal previstos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera até ao final do mês de Outubro, bem como os níveis de alerta especial determinados pela Autoridade Nacional de Protecção Civil para os próximos dez dias".

Aqueles 17 meios aéreos ficam disponíveis para operar a partir de hoje e até 31 de Outubro em Vila Real, Viseu, Braga, Fafe, Alfândega da Fé, Armamar, Águeda, Guarda, Cernache, Proença-a-Nova, Pernes, Portalegre, Ourique, Grândola e Monchique.

O novo ministro da Administração Interna, Augusto Cabrita, e o novo secretário de Estado da Protecção Civil, José Artur Tavares Neves, tomaram posse no sábado e visitaram no domingo a Autoridade Nacional de Protecção Civil.



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Anónimo Há 12 horas

Quem explica a demasiada relevancia na ideia de q compra de meios aéreos apaga e resolve todos os fogos? Qd se ouve a queixa e desculpa recorrente de que nos grandes fogos florestais os meios aéreos não podem voar por causa do tecto de fumo. Não têem radar ou GPS para saber onde fazer as descargas?

Anónimo Há 13 horas

Cuidado não acautelar, no processo da compra dos meios, ir "engordar" os interesses do "negócio" do fogo, de que tanto se desconfia. Uma questão ética e moral.

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