Segurança Social Governo resiste a soluções do Bloco e PCP para a Segurança Social
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Governo resiste a soluções do Bloco e PCP para a Segurança Social

Parceiros do Executivo querem taxar empresas que dão mais lucro, mas Governo teme que medidas deste tipo travem modernização da economia. Porém, Executivo não exclui usar impostos das empresas para financiar Segurança Social. PS estudou medida em 2015.
Governo resiste a soluções do Bloco e PCP para a Segurança Social
Miguel Baltazar/Negócios
Marta Moitinho Oliveira 01 de junho de 2017 às 00:01

O Governo quer diversificar as fontes de financiamento da Segurança Social, mas tem dado sinais de resistir a propostas já avançadas pelos parceiros políticos que o apoiam no Parlamento. Vieira da Silva teme que medidas que )

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mais votado Anónimo 01.06.2017

Os impostos numa sociedade sem numerário, "cashless society", obviamente com banco central e uma máquina fiscal reduzidas ao mínimo indispensável em termos de colaboradores e sem mercado de serviços de consultadoria e planeamento fiscal pois a quantidade procurada desses serviços será literalmente zero, serão automáticos, corresponderão a uma taxa muito pequena, e a sua base de incidência será muito alargada. Tão alargada que a receita fiscal com uma taxa constante de 0,7% sobre todas e quaisquer transacções e pagamentos na economia atingirá valores nunca antes alcançados. Os sindicatos gostam de não só capturar as empresas como o Estado, e ainda se deleitam com a falácia que foi criada em termos fiscais em torno da tributação que sabe-se lá porque razão incide grandemente sobre o factor produtivo trabalho dando-lhe a importância que ele cada vez menos tem nas economias desenvolvidas aprisionadas e limitadas pelos limites impostos por essa falácia anti-progresso e desenvolvimento.

comentários mais recentes
????? 01.06.2017

O teu ideal de sociedade vigorará talvez daqui a 50 anos.Já não estarei "cá".Portanto que se lixe a taça. Mas não será uma sociedade feliz.Eu quero deslocar-me,ir aos restaurantes, ir a um motel, comer e beber o que queira equanto queira e tudo mais, sem que seja "publico".Gosto de "furar" o sistema

???? 01.06.2017

ANONIMO EXCEDENTARIO eu sou um rebelde. Não gosto de controles. Fujo a isso. Praticando determinados sei que estou a ser controlado e portanto assumo. Mas dentro do possível fujo ao controle. Há indíviduos que se entrgam por completo ao sistema. Eu não. Não admito que me controlem.

???? 01.06.2017

Ó ANONIMO EXCEDENTARIO és o cúmulo do lirismo.Da-me um exemplo dum país onde se apliquem as medidas que tu defendes.Eu não quero viver no teu tipo de sociedade.Eu não quero ser controlado ao segundo. Aqui controlam-me, mas porque eu quero. Tenho consciencia que sou controlado na internet.

Anónimo 01.06.2017

Os impostos numa sociedade sem numerário, "cashless society", obviamente com banco central e uma máquina fiscal reduzidas ao mínimo indispensável em termos de colaboradores e sem mercado de serviços de consultadoria e planeamento fiscal pois a quantidade procurada desses serviços será literalmente zero, serão automáticos, corresponderão a uma taxa muito pequena, e a sua base de incidência será muito alargada. Tão alargada que a receita fiscal com uma taxa constante de 0,7% sobre todas e quaisquer transacções e pagamentos na economia atingirá valores nunca antes alcançados. Os sindicatos gostam de não só capturar as empresas como o Estado, e ainda se deleitam com a falácia que foi criada em termos fiscais em torno da tributação que sabe-se lá porque razão incide grandemente sobre o factor produtivo trabalho dando-lhe a importância que ele cada vez menos tem nas economias desenvolvidas aprisionadas e limitadas pelos limites impostos por essa falácia anti-progresso e desenvolvimento.

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