Segurança Social Governo vai avaliar a situação da associação Raríssimas e agir em conformidade

Governo vai avaliar a situação da associação Raríssimas e agir em conformidade

O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social vai "avaliar a situação" da Raríssimas e "agir em conformidade", após a denúncia de alegadas irregularidades na gestão financeira e de uso indevido de dinheiros da associação pela sua presidente.
Governo vai avaliar a situação da associação Raríssimas e agir em conformidade
Lusa 10 de dezembro de 2017 às 16:30
"Depois da peça transmitida pela TVI no passado sábado a propósito da Instituição Raríssimas, e tendo em conta os factos relatados, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, dentro das suas competências, irá avaliar a situação e agir em conformidade, tendo sempre em conta, e em primeiro lugar, o superior interesse dos beneficiários desta instituição", diz o ministério, em comunicado hoje divulgado.

O canal televisivo TVI divulgou no sábado uma reportagem sobre a gestão da associação Raríssimas - Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras, financiada por subsídios do Estado e donativos. A investigação mostra documentos que colocam em causa a gestão da instituição de solidariedade social, nomeadamente da sua presidente, Paula Brito e Costa, que alegadamente terá usado o dinheiro em "compra de vestidos de alta-costura e gastos pessoais".

O caso, diz a TVI, está já a ser investigado pela Polícia Judiciária.



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comentários mais recentes
Anónimo 10.12.2017

Agora vai analisar o caso porque lhe descobriram a careca e então os alertas anteriores não eram suficientes para uma investigação a sério dado o o caso ser tão mas tão triste e revoltante que até dá dó e nojo de gentalha , sem escrúpulos e sem o mínimo de respeito pelos verdadeiros necessitados .

JCG 10.12.2017

Associação? porquê associação? quem são os sócios? qual a sua participação e envolvimento? Porque será que as associações acabam por descambar em organizações tomadas por gangues de indivíduos que se servem como se aquilo fosse o seu quintal? A história de que não têm fins lucrativos tem de ser revista. Há duas (ou mais) formas de se tirar dinheiro de uma organização económica: uma delas é através dos lucros que remuneram o K investido; a outra é o gangue que lá se instala e controla aquilo tudo meter a mão no pote de diversas maneiras e feitios.

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