Orçamento do Estado “Governo não tem apoio para cortar pensões mínimas”
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“Governo não tem apoio para cortar pensões mínimas”

Para Catarina Martins, a discussão lançada pelo Governo sobre a condição de recursos nas pensões mínimas, “é um erro político gravíssimo”. O que o Bloco quer é mexer no conceito de condição de recursos e tirar os rendimentos dos filhos da equação, explica em entrevista ao Negócios.

O aumento das pensões previsto na proposta de Orçamento do Estado não é o que o Bloco de Esquerda queria, mas ainda assim a sua líder considera que a solução encontrada "é bastante importante".

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mais votado Anónimo Há 2 semanas


Comemorações Oficiais

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


Porque é que 4 500 000 de trabalhadores privados têm de continuar a pagar a reposição dos salários, das pensões e das mordomias dos 500 000 funcionários públicos?

É uma medida populista que vai enterrar o país em mais 10 000 milhões € nos próximos anos!

Chega de mordomias para os funcionários públicos, são as 35 horas de trabalho, os dias de férias que começam nos 25 dias, as reformas muito acima dos restantes mortais e com muito menos anos de descontos, o bloco de "desculpas" para faltar ao trabalho, as inúmeras greves dos inúteis sindicatos, a impossibilidade de serem despedidos.


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Anónimo Há 2 semanas


Um governo de ladrões

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


Lá vem mais dinheiro para a malta dos direitos adquiridos...

E mais impostos para os outros portugueses.


Viver à custa dos outros é muito bom.

Mas para quem paga... não tem piada nenhuma.


José António Pupo Há 2 semanas

Não é para cortar, é para aumentar as pensões minimas, é diferente, é por isso é que tens que fazer barulho, como fazias ainda à pouco tempo.

Paulo Do Né Pereira Há 2 semanas

Bonita foto Halloween

CONFUSO Há 2 semanas

Eu não percebo esta notícia de cortar as pensões mínimas. Nunca ninguem pos essa hipotese.A imprensa não está a portar-se bem. Está a fazer uma campanha contra o salario da administração da CGD, mas nos anos 90, os administradores ganhavam o triplo. Haja seriedade.

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