Finanças Públicas Governo prevê maior excedente orçamental sem juros da Zona Euro
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Governo prevê maior excedente orçamental sem juros da Zona Euro

A confirmar-se será um feito orçamental histórico e distinguirá Portugal dos restantes países com dívida elevada. Mas poderá causar desconforto no Bloco de Esquerda e no PCP.
Governo prevê maior excedente orçamental sem juros da Zona Euro
Mário Centeno
Rui Peres Jorge 19 de Outubro de 2016 às 00:01

O Governo planeia para 2017 um excedente orçamental sem juros de 2,8% do PIB. Será um dos maiores em democracia e o maior de toda a Zona Euro no próximo ano, pelo menos a julgar pelos esboços orçamentais enviados

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comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


400 milhões de Euros para aumentar as pensões mínimas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado injetou, em 2015 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões da CGA.

Tinto Há 2 semanas

Ao JCG das 11,08: a prim. ideia seria uma boa alternativa começando por reduzir os salários do gestor da CGD e de toda a FP. Mandar muitos deles para a rua e tornar os restantes mais eficientes.

Tinto Há 2 semanas

Aproveita agora Centeno. Faz mais dívidas que o povo paga. Toca a encher os sacos e a engordar os gestores dos bancos. Um salário de 420.000 € por ano para o gestor da CGD, o banco em apuros que vai receber 2.700.000 € de dinheiro público. Mantém os Tugas com salários de 530 €

Anónimo Há 2 semanas



FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


AS ATUAIS PENSÕES SÃO PAGAS PELOS DESCONTOS DOS ATUAIS TRABALHADORES.

Os reformados, que hoje estão "entre os críticos mais vociferantes", "não descontaram o suficiente para as reformas que agora gozam", pelo que não faz sentido protestar contra os cortes "como se fosse um roubo nos montantes acumulados".

Se alguém pode dizer-se roubado, não são os atuais pensionistas, mas os seus filhos e netos, que suportarão as enormes dívidas acumuladas nos últimos anos.

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