Economia Guardas prisionais iniciam greve e realizam vigília junto ao Ministério da Justiça

Guardas prisionais iniciam greve e realizam vigília junto ao Ministério da Justiça

Os guardas prisionais iniciaram esta quinta-feira uma greve, que se prolonga até sábado, pela regulamentação do horário de trabalho, atribuição de subsídio de turno, actualização da tabela salarial e aplicação do regime de pré-aposentação.
Guardas prisionais iniciam greve e realizam vigília junto ao Ministério da Justiça
Miguel Baltazar
Lusa 13 de julho de 2017 às 00:05

O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) tem também marcada para hoje uma vigília na Praça do Comércio, junto ao Ministério da Justiça.


As reivindicações do sindicato não são novas e, em Janeiro, deram origem a uma vigília de protesto junto do Palácio de S. Bento, em Lisboa.


Os guardas prisionais continuam a exigir a aplicação da pré-aposentação de acordo com o praticado na PSP, a actualização da tabela remuneratória, a promoção a guarda prisional e ocupação dos lugares existentes nas categorias, uma regulamentação do horário de trabalho e um subsídio de turno.


A ministra da Justiça, Francisca Van Dunem (na foto), disse em Junho, no parlamento, que o concurso para mais 400 elementos nos serviços prisionais deveria estar concluído este mês e que actualmente existem 6.627 guardas, reconhecendo que estão aquém do quadro definido.




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comentários mais recentes
Anónimo 13.07.2017

Jamais deveria ser permitido uma força de segurança ter sindicato. Em relação com as outras Forças de Segurança, os Guardas Prisionais tem melhores regalias. Estes guardas seria uma necessidade pertencerem ao Ministério da Administração Interna porque a realidade era outra.

Amado/Serra das Minas... 13.07.2017

"FECHE OS OLHOS" QUERIDA MINISTRA... E SE ELES ENTRETANTO ABRISSEM AS CELAS E PORTÕES DAS PRISÕES... INTERESSANTE PORQUE TODOS NÓS PASSARIAMOS A TER QUE USAR UM ESPELHO RETROVISOR...É UMA SITUAÇÃO EM QUE EU "SONHO" FAZ MUITOS ANOS... "O CAOS"..POSSIVEL (?) O FUTURO DIRÁ ! JUSTIÇA POR NOSSAS MÃOS