Mundo Guterres defende "visão não tecnocrática" para atingir objectivos ONU

Guterres defende "visão não tecnocrática" para atingir objectivos ONU

O novo secretário-geral da ONU defendeu a mobilização de recursos para os que têm mais dificuldades e a eliminação da pobreza, assegurar que temos um planeta sustentável", acrescentou.
Guterres defende "visão não tecnocrática" para atingir objectivos ONU
Reuters
Lusa 19 de Outubro de 2016 às 23:33
António Guterres, defendeu hoje no primeiro encontro com os estados-membros da ONU enquanto secretário-geral designado uma "visão não tecnocrática" para os desafios da organização.

Referindo-se às perguntas dos estados-membros sobre a Agenda de Desenvolvimento Sustentável Pós-2015 e o Acordo do Clima de Paris, Guterres defendeu uma "visão não tecnocrática" para a implementação dos dois documentos.

"Uma visão que mobiliza recursos para os que têm mais dificuldade", como os países em desenvolvimento e os pequenos estados insulares, disse.

"São duas faces de uma mesma realidade que têm a ver, sobretudo, com a eliminação da pobreza e com assegurar que temos um planeta sustentável", acrescentou.

António Guterres apresentou-se no encontro com a sua equipa de transição, composta por cinco pessoas, entre as quais o diplomata português João Madureira.

O antigo Alto-comissário para os Refugiados respondeu também às muitas perguntas sobre as nomeações que fará para cargos seniores enunciando os critérios que estabeleceu.

"Competência e integridade, paridade de género, como uma forma de empoderamento de mulheres e meninas em todo o mundo, e diversidade regional", explicou o português.

Guterres respondeu hoje a dezenas de perguntas dos estados-membros da ONU e representantes dos grupos regionais, mas começou o encontro a dizer que estava presente para "ouvir e aprender."

No encontro, que durará cerca de três horas, todos os Estados-membros da ONU poderão fazer intervenções.

Entre as primeiras intervenções, destacaram-se elogios à escolha de António Guterres e ao processo que levou à sua eleição.

"Houve um nível sem precedentes de transparência", disse um dos primeiros participantes, o português João Vale de Almeida, embaixador da União Europeia junto da



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Anónimo Há 2 semanas


Um governo de ladrões

PS - PCP - BE -- ROUBAM OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO



NOVAS PENSÕES MÍNIMAS SERÃO SUJEITAS A PROVA DE RENDIMENTO...

para se gastar mais dinheiro com os subsídios às pensões douradas da CGA.


(As pensões da CGA são subsidiadas em 500€, 1000€, 1500€ e mais, por mês.

Estas pensões sim, devem ser sujeitas a condição de recursos.

E não as mínimas.)


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