Finanças Públicas IGCP pretende entre 14 e 16 mil milhões em Obrigações do Tesouro este ano

IGCP pretende entre 14 e 16 mil milhões em Obrigações do Tesouro este ano

A agência liderada por Cristina Casalinho divulgou o programa de financiamento para este ano. E agendou um leilão de dívida de curto prazo para 18 de Janeiro.
IGCP pretende entre 14 e 16 mil milhões em Obrigações do Tesouro este ano
Pedro Elias/Negócios
Rui Barroso 10 de janeiro de 2017 às 12:25

O IGCP aponta como objectivo de financiamento para este ano o financiamento de um intervalo de entre 14 mil milhões e 16 mil milhões de euros via Obrigações do Tesouro (OT), segundo o programa de financiamento divulgado esta terça-feira. Aquele instrumento será o principal para satisfazer as necessidades líquidas de financiamento previstas para este ano, que se situarão em 12,4 mil milhões de euros.

"O montante das necessidades de financiamento líquidas do Estado no ano de 2017 deverá situar-se em cerca de 12,4 mil milhões de euros. Este valor inclui 2,7 mil milhões de euros de fundos associados à recapitalização da CGD, que já se encontra financiados", refere o documento divulgado pela agência liderada por Cristina Casalinho.

Numa entrevista à Reuters esta segunda-feira, o ministro das Finanças, Mário Centeno, tinha referido que este plano de financiamento seria divulgado em breve, assim como uma emissão sindicada de OT. O IGCP refere que "um montante entre os 14 a 16 mil milhões de euros será obtido via emissão bruta de OT, combinando sindicatos e leilões, assegurando emissões mensais".

Já os Bilhetes do Tesouro (BT), instrumentos de financiamento de curto prazo, "o financiamento líquido resultante da emissão de BT resultará num impacto nulo". O primeiro leilão destes títulos foi agendado para 18 de Janeiro, para emitir entre 1,25 mil milhões e 1,5 mil milhões de euros em BT a seis e 12 meses.

Além de estar activo no mercado para realizar operações de financiamento de forma regular, o IGCP refere que "oportunidades para realizar operações de troca e recompras de títulos serão exploradas". E conta também, para cumprir com o plano de financiamento, uma "contribuição positiva de 1,5 mil milhões de euros de produtos de retalho".




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mais votado Anónimo 10.01.2017


A ladroagem de esquerda

AS CLASSES SOCIAIS EM PORTUGAL:

1. Burguesia = Os Patrões

2. Nobreza = Os Ladrões FP / CGA

3. Povo = Os Trabalhadores e Pensionistas do privado (que são tratados como escravos e roubados para sustentar as 2 classes privilegiadas)

comentários mais recentes
Juros altos..mas os do FMI MAIS ALTOS SAO... 11.01.2017

Os juros cobrados plo FMI sobre o correspondente emprestimo da TROIKA ronda em media..4.8%.
Os juros sobre o emprestimo vindo da UE ronda os 3.25%.

Anónimo 10.01.2017


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AS CLASSES SOCIAIS EM PORTUGAL:

1. Burguesia = Os Patrões

2. Nobreza = Os Ladrões FP / CGA

3. Povo = Os Trabalhadores e Pensionistas do privado (que são tratados como escravos e roubados para sustentar as 2 classes privilegiadas)

Anónimo 10.01.2017

Johnny ...
O IGCP refere que "um montante entre os 14 a 16 mil milhões de euros será obtido via emissão bruta de OT, combinando sindicatos e leilões, assegurando emissões mensais".
Já os Bilhetes do Tesouro (BT), instrumentos de financiamento de curto prazo entre 1,25 mil milhões e 1,5

Johnny 10.01.2017

Anónimo: Empréstimo de curto prazo

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