Orçamento do Estado Imposto sobre a cerveja e bebidas espirituosas volta a subir 3%

Imposto sobre a cerveja e bebidas espirituosas volta a subir 3%

A fiscalidade que incide sobre as cervejas e bebidas como a vodka e o gin vai sofrer um aumento no próximo ano. O imposto sobre o vinho não é alterado.
Imposto sobre a cerveja e bebidas espirituosas volta a subir 3%
Bloomberg
Nuno Carregueiro 14 de Outubro de 2016 às 15:51

A proposta do Orçamento do Estado para o próximo ano contempla um agravamento dos impostos sobre as cervejas e as bebidas espirituosas.

 

De acordo com a proposta de Orçamento, a que o Negócios teve acesso, o imposto sobre o vinho, ao contrário do que chegou a ser anunciado, não sofre alterações, continuando em zero euros.

 

As alterações no imposto sobre o álcool e as bebidas alcoólicas (IABA) estão na cerveja e nas bebidas espirituosas.

 

O imposto que incide sobre as cervejas oscila actualmente entre os 7,98 euros (entre 0,5 % e 1,2 % vol. de álcool adquirido) e os 28,06 euros (superior a 1,2 % vol. de álcool adquirido e superior a 15° platô) por hectolitro. No próximo ano, passará para valores entre 8,22 euros e 28,90 euros, o que traduz aumentos de 3%.

 

No caso das bebidas espirituosas, o aumento também é de 3%. "A taxa do imposto aplicável às bebidas espirituosas é de 1.367,78 euros por hectolitro", refere a proposta do articulado do Orçamento. Actualmente o imposto é de 1.327,94 euros.

 

No Orçamento do próximo ano, o Governo de António Costa optou assim por repetir o agravamento de impostos já efectuado este ano, uma vez que também aumentou em 3% o imposto aplicado à cerveja, às bebidas espirituosas e aos vinhos licorosos. Previa arrecadar 187 milhões de euros com este imposto este ano, sendo que, até Agosto a receita do IABA tinha já totalizado os 123,9 milhões de euros, refere a Lusa.




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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Ó José 16;26 e quem define o que é supérfluo? É o José? Já agora taxe-se 1000%!!! Sabia que os alimentos mais prejudiciais são os mais baratos e apenas esses estão acessiveis aos mais pobres? Sabe quem vai pagar? Precisamente os mais pobres. E para que? Para dar benesses a quem ja e preveligiado, FPs e reformados dourados. Isto é justiça social? Se o governo quer evitar o consumo de produtos prejudiciais à saude que os proiba, mas isso nao interessa porque perdia receita fiscal não é? Tudo isto mete nojo!!!

comentários mais recentes
xxxxxxx Há 3 semanas

o passos foi durante 4 anos acusado de mentiroso por ter prometido que nunca cortava nas pensões, esta corja já vai no segundo ano de aumento de impostos quando prometeram o virar de pagina, são o quê ?
Mentirosos e Filhos duma grande Put a

Gustavo Gomes Há 3 semanas

Os poucos prazeres do pobre é fumar um cigarito e beber uma cervejita e todos os anos aumentam porra que é de mais,se faz mal não vendam ,,

Ajdriver Duarte Há 3 semanas

Biba o Binho :) :) :)

Guilherme Makeu Há 3 semanas

Hahahahaha hahahahaha grandes F.d.P

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