Política Imposto sobre património vai financiar pensões futuras

Imposto sobre património vai financiar pensões futuras

António Costa, primeiro-ministro, anunciou no debate quinzenal que o novo imposto sobre património vai ser consignado ao Fundo de Estabilização da Segurança Social.
Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado Debate quinzenal em dia de apresentação do Orçamento do Estado
Alexandra Machado 14 de Outubro de 2016 às 11:21
No Parlamento, no debate quinzenal, o primeiro-ministro António Costa anunciou que o novo imposto sobre o património vai ficar consignado à sustentabilidade da segurança social. A receita arrecadada com esse imposto será consignada ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social.

"Não vai ser um imposto para pagar despesa de 2017 ou a realizar hoje. O imposto sobre o património será usado para sustentar de forma segura e reforçar a segurança que temos de ter na segurança social".

Por isso, garantiu que a receita "financiará a despesa futura com gerações de contribuintes que têm de ter garantia que nenhum governo volta a tirar a pensão". O que significa que o imposto sobre o património "vai servir para garantir um sistema de segurança social mais sólido".

O imposto sobre o património incidirá a quem tenha imóveis avaliados em mais de 600 mil euros para contribuintes particulares.

Esta é das poucas novidades, até ao momento, sobre o Orçamento do Estado para 2017 apresentada no debate quinzenal. António Costa ainda referiu pretender estender os manuais escolares gratuitos a todo o primeiro ciclo, mas não concretizou se o fará já em 2017. O Observador avançou que estará na proposta preliminar do Orçamento, que hoje será entregue no Parlamento, a gratuitidade dos manuais escolares a todos o primeiro ciclo já em 2017. Este ano os manuais foram gratuitos no primeiro ano do primeiro ciclo. 




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mais votado portuense Há 3 semanas

É preciso não ter vergonha na cara e ter muiiita lata! Só os anjinhos é que acreditam nisto!

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas


PS . BE . PCP - são uns PHILHOS DE PHU TA que xupam o sangue ao POVO...

para dar mais dinheiro e privilégios aos FP & CGA.

anonimo Há 3 semanas

Todos os anos vão criar um novo imposto para financiar a segurança social, ela está a arrebentar.

Anónimo Há 3 semanas


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

O peso da CGA

Enquanto o peso da despesa com pensões da CGA representa quase 40% do total de pensões pagas em Portugal, o número de pensionistas da CGA não chega a 17% do total de beneficiários.

Entre 2000 e 2013, a despesa com pensões da CGA aumentou mais de 150%.

E considerando apenas a evolução após 2010, os encargos com pensões da CGA subiram 25%, contra 9% da Segurança Social.

João Simas Há 3 semanas

Até ao final do dia teremos mais.... tudo que anda ou mexe será taxado....esquerda com sempre destrói o sector privado.... PREC 2017 à vista...

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