Economia Incêndios de Pedrógão: Governo diz que 162 casas estão em obra ou concluídas

Incêndios de Pedrógão: Governo diz que 162 casas estão em obra ou concluídas

O ministro do Planeamento reafirmou que, no caso dos incêndios de Outubro, serão destinados 30 milhões para a apoiar a reconstrução de habitações e 100 milhões para a reconstrução de empresas.
Incêndios de Pedrógão: Governo diz que 162 casas estão em obra ou concluídas
Ricardo Almeida
Maria João Babo 06 de novembro de 2017 às 11:32
O ministro do Planeamento e das Infra-estruturas, Pedro Marques, anunciou esta segunda-feira, 6 de Novembro, no Parlamento, no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2018, que relativamente ao processo de reconstrução na sequência dos incêndios de Junho, das 235 casas classificadas como primeira habitação, há 162 casas em obra ou concluídas.

Segundo precisou, são 76 as habitações que já estão concluídas e outras tantas em obra.

Quanto aos incêndios de Outubro, Pedro Marques disse que, segundo o levantamento feito, houve 900 primeiras habitações afectadas, tendo o governo destacado 30 milhões para apoiar a sua reconstrução.

Pedro Marques referiu que ainda esta segunda-feira foram publicados os avisos, no âmbito dos quais haverá 100 milhões de euros para a reconstrução das 500 empresas afectadas, disse.

Na próxima semana, afirmou ainda, "contaremos também com uma linha de crédito de 100 milhões de euros".



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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente. Caso contrário não sobra dinheiro, nem a crédito, para se investir em Portugal nos muito necessários bens de capital. Este governo mata.

comentários mais recentes
pertinaz Há 2 semanas

ESCUMALHA DE MENTIROSOS...!!!

Neves Há 2 semanas

Mas não arderam 80 mil? Palhaçada

Camponio da beira Há 2 semanas

E quantos mortos já resuscitaram? Construir as casa é facil, encobrir ,alguns dos responsaveis, também, mas e o essencial?

Anónimo Há 2 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente. Caso contrário não sobra dinheiro, nem a crédito, para se investir em Portugal nos muito necessários bens de capital. Este governo mata.

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