Economia Incêndios: gestoras das estradas têm de limpar até dez metros da berma
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Incêndios: gestoras das estradas têm de limpar até dez metros da berma

A Infraestruturas de Portugal, que gere directamente uma rede com 13.500 km, garante que corta a vegetação uma vez por ano antes do período críticos dos incêndios. Autarcas e académicos desconfiam da aplicação da lei.
Incêndios: gestoras das estradas têm de limpar até dez metros da berma
Reuters
António Larguesa 28 de junho de 2017 às 00:01

As entidades responsáveis pelas redes viárias, como a Infraestruturas de Portugal (IP) ou as empresas concessionárias, estão obrigadas a fazer a limpeza dos terrenos até a uma distância de dez metros para cada

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mais votado Anónimo 28.06.2017

Para salvar o excedentarismo de carreira ou a alocação vitalícia de factor produtivo trabalho sem qualquer procura e justificação no sector público o governo PS reduziu o investimento público em áreas muito importantes com crescente procura e incontestável pertinência. Eis aqui uma dessas áreas. É isto e o INEM à noite em muitas cidades que está a ser desmantelado por esse país fora... Viva a Frente Comum. Viva o socialismo lusitano e o fim da austeridade.

comentários mais recentes
Criador de Touros 28.06.2017

Ainda há doze pessoas desaparecidas dos incêndios, provavelmente mortas, este governo não se responsabiliza por nada. Já quando a avenida da liberdade em Lisboa se transformou num rio caudaloso António Costa disse que não tinha culpas no cartório. Ele nunca tem culpa de nada, claro e o presidente da república, porque lhe dá jeito, protege este incompetente.

Anónimo 28.06.2017

A geringonça tem as mãos manchadas de sangue. A excessiva e injustificável folha salarial e pensionista do sector público, inexplicavelmente isenta de um sistema de mobilidade especial e despedimento na óptica das melhores práticas internacionais de gestão de recursos humanos, é responsável por num país de incêndios florestais graves todos os Verões, não se fazerem limpezas de segurança junto a vias de comunicação e aglomerados populacionais, nem existirem meios aéreos adequados de combate aos fogos.

Anónimo 28.06.2017

Esta tragédia é sintomática da quebra do investimento público em bens de capital, numa altura em que o investimento público em % do PIB em Portugal atingiu um mínimo desde 1960. Não fazer uma boa gestão de recursos humanos promovendo o excedentarismo e fazendo do despedimento um tabu, dá nisto.

Anónimo 28.06.2017

Esta é a política de terra queimada da geringonça. Só sabem contabilizar votos, só veem no imediato, só se apercebem da catástrofe quando já nada há a fazer.

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