Política Incêndios: Trégua entre partidos pode estar por dias
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Incêndios: Trégua entre partidos pode estar por dias

Partidos ainda mantêm tréguas, mas aumentaram pressão. PSD, CDS e Bloco de Esquerda defenderam esta terça-feira que querem saber tudo o que se passou no incêndio de sábado em Pedrógão. Costa pediu esclarecimentos urgentes ao IPMA, GNR e Protecção Civil.
Incêndios: Trégua entre partidos pode estar por dias
Miguel Baltazar/Negócios
Marta Moitinho Oliveira 21 de junho de 2017 às 00:01

Ao terceiro dia de incêndios em Portugal, e com o agravamento dos fogos, a tensão entre os partidos aumenta. Com o luto nacional ainda a pesar, as vozes oficiais dos partidos tentam manter o clima de tréguas que marcou a reacç

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mais votado Anónimo 21.06.2017

Em 2016-2017 o investimento público em Portugal atingiu um mínimo desde 1960. O investimento público não chegou aos 2% do PIB e Portugal foi o quarto Estado-Membro da UE com menos investimento público. O governo que continue a pagar excedentarismo e a subsidiar sobrepagamento de muitos dos seus colaboradores assalariados levando os preços muito para cima do preço de mercado, através dos cortes no investimento público em áreas fundamentais.

comentários mais recentes
Anónimo 22.06.2017

A Ética, o Profissionalismo dos Jornalistas, da Imprensa, foi-se, pertence ao Passado, vendido que foi, ao Partidarismo Político, ao objetivo fácil de chegar a Eleitores, não me refiro a leitores, é mesmo a Eleitores, um jornalismo sem preocupação com o respeito por ele próprio, sem princípios, apen

Anónimo 21.06.2017

É uma fartura de ofensas ao Povo, toda a Gente Política com Responsabilidades Políticas, umas de Governação Nacional, outras Autárquicas , outras Legislação, outras ainda de Comunicação Social que todos sabemos da influência que tem em atos Eleitorais.

Anónimo 21.06.2017

04 de Março 2001. Tragédia Ponte Hintze Ribeiro. Faleceram na tragédia 57 pessoas. O então Ministro da Obras Publicas, Jorge Coelho afirmou que embora sem responsabilidades na tragédia assumia a responsabilidade politica e demitiu-se. E agora com pelo menos 64 pessoas falecidas. Não há culpados pol!

Anónimo 21.06.2017

Esta tragédia é sintomática da quebra do investimento público em bens de capital, numa altura em que o investimento público em % do PIB em Portugal atingiu um mínimo desde 1960. Não fazer uma boa gestão de recursos humanos promovendo o excedentarismo e fazendo do despedimento um tabu, dá nisto.

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