União Europeia Inflação no Reino Unido acelera mais do que esperado

Inflação no Reino Unido acelera mais do que esperado

Dois dias antes da reunião do Banco de Inglaterra, é revelado que os preços no Reino Unido cresceram em Novembro ao ritmo mais elevado em mais de dois anos.
Inflação no Reino Unido acelera mais do que esperado
Reuters
Rita Faria 13 de dezembro de 2016 às 10:28

A inflação no Reino Unido acelerou mais do que o previsto em Novembro, impulsionada pelos preços do vestuário e combustíveis.

Segundo os dados divulgados pelo gabinete nacional de estatística esta terça-feira, 13 de Dezembro, a inflação subiu de 0,9%, em Outubro, para 1,2%, em Novembro, o ritmo mais elevado desde Outubro de 2014. Os economistas antecipavam um aumento para 1,1%.

Os números são mais um sinal das pressões inflacionárias, devido à descida da libra, desde que os eleitores do Reino Unido decidiram a favor da saída da União Europeia, e à subida dos preços do petróleo.

Os preços de importação do Reino Unido cresceram quase 15% em Novembro - o maior avanço homólogo dos últimos cinco anos – e poderão subir ainda mais depois da decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) de cortar a produção.

A rápida mudança nas estimativas para a inflação nos últimos meses forçou o Banco da Inglaterra a mudar a sua posição depois de cortar os juros em Agosto, na sequência do referendo sobre o Brexit. Os economistas prevêem que a autoridade monetária manterá os juros no mínimo histórico de 0,25% quando anunciar a sua última decisão de 2016 esta quinta-feira.

No final do mês passado, o Banco de Inglaterra alertou que os riscos para a estabilidade financeira no Reino Unido continuam elevados. No Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado a 30 de Novembro, a autoridade monetária liderada por Mark Carney tornou ainda claro que um Brexit desordeiro pode ter efeitos prejudiciais para a economia e para o sistema financeiro do país.


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mais votado Anónimo 13.12.2016


Comemorações Oficiais

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

Porque é que 7 000 000 de trabalhadores e pensionistas privados têm de ser cada vez mais sacrificados para sustentar a reposição dos salários, das pensões e das mordomias de 1 000 000 de ladrões FP / CGA?

São medidas injustas que vão enterrar os portugueses em mais de 2 000 milhões €, por ano, todos os anos!

Chega de mordomias para os funcionários públicos, são as 35 horas de trabalho, os dias de férias que começam nos 25 dias, as pensões muito acima dos restantes mortais e com muito menos anos de descontos, o bloco de "desculpas" para faltar ao trabalho, as inúmeras greves dos inúteis sindicatos, a impossibilidade de serem despedidos.


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Anónimo 13.12.2016


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FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

Porque é que 7 000 000 de trabalhadores e pensionistas privados têm de ser cada vez mais sacrificados para sustentar a reposição dos salários, das pensões e das mordomias de 1 000 000 de ladrões FP / CGA?

São medidas injustas que vão enterrar os portugueses em mais de 2 000 milhões €, por ano, todos os anos!

Chega de mordomias para os funcionários públicos, são as 35 horas de trabalho, os dias de férias que começam nos 25 dias, as pensões muito acima dos restantes mortais e com muito menos anos de descontos, o bloco de "desculpas" para faltar ao trabalho, as inúmeras greves dos inúteis sindicatos, a impossibilidade de serem despedidos.


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