Europa Institutos alemães estimam aceleração da economia em 2018

Institutos alemães estimam aceleração da economia em 2018

Nas previsões de Outono elaboradas por cinco dos principais institutos de investigação alemães para o Governo a economia germânica cresce 1,9% este ano e 2% em 2018.
Institutos alemães estimam aceleração da economia em 2018
Rui Peres Jorge 28 de setembro de 2017 às 11:02
A recuperação alemã está lentamente a ganhar força e abrangência, com o consumo privado, o comércio externo e o investimento a contribuírem para a expansão económica, defendem os cincos institutos alemães no relatório de Outono sobre condições macroeconómicas que elaboram para o Governo, e divulgado na quinta-feira, dia 28 de Setembro.

Nas estimativas conjuntas do DIW Berlin, ifo, IfW, IWH e do RWI Essen a economia alemã crescerá 1,9% este ano, acelerando para 2% em 2018, com o desemprego a baixar de 6,1% em 2016 para 5,7% em 2017 e 5,5% em 2018.

"A recuperação económica alemão ganhou tanto em termos de força como de abrangência. Além do consumo privado, o comércio externo e os investimentos estão agora também a contribuir para a expansão", lê-se numa nota conjunta, divulgada pelo Ifo, que acrescenta que "enquanto o forte momento económico da primeira metade do ano vai abrandar lentamente, a expansão da produção este ano e no próximo vai exceder o crescimento da capacidade produtiva", um sinal aquecimento da economia, que deveria puxar pelos salários e preços no país. Ajustando a efeitos de calendário, o crescimento deste ano e do próximo para para 2,2% e 2,1%, respectivamente.

Neste contexto, o saldo orçamental alemão permanecerá positivo em torno dos 1% do PIB, mas com tendência para um ligeiro aumento (para 1,2% em 2019); enquanto o polémico excedente externo se manterá em torno de um máximo de 8% do PIB, estimam os institutos económicos alemães. 





A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
General Ciresp 28.09.2017

Estupendo,mas qual o proveito q portugal vai tirar daqui.O nosso unico pe de 1/2 segundo os entendidos e o turismo,todo ele transportado pela Ryanair.Cada vez mais se comeca a compreender q os precos dos bilhetes vao dar 1 subida enorme,contracao do turismo no horizonte,Ja ha quem peca 1 ministerio.