Mundo Irão: Estado Islâmico reivindica ataques em Teerão que fizeram 12 mortos

Irão: Estado Islâmico reivindica ataques em Teerão que fizeram 12 mortos

O Estado Islâmico reivindicou dois atentados terroristas esta manhã no Irão. Homens armados dispararam tiros de armas automáticas no Parlamento e outros quatro homens abriram fogo e deflagraram um colete com explosivos no mausoléu de Khomeini.
Irão: Estado Islâmico reivindica ataques em Teerão que fizeram 12 mortos
Reuters
Bruno Simões 07 de junho de 2017 às 08:54

O auto-proclamado Estado Islâmico reivindicou os dois ataques terroristas que esta manhã se registaram no Irão e que fizeram 12 mortos, de acordo com a televisão pública iraniana IRIB. O Parlamento iraniano foi o primeiro local a ser atacado por três a quatro homens com armas automáticas que também fizeram alguns reféns.

Meia hora mais tarde, o mausoléu do fundador da república islâmica iraniana, o aiatola Khomeini, igualmente localizado em Teerão, também foi atacado por quatro homens, com um deles a fazer detonar um colete com explosivos, de acordo com as agências locais e a IRIB. A polícia abateu um dos terroristas.

Os números finais divulgados pela IRIB apontam para um total de 12 vítimas mortais e dezenas de feridos.

No Parlamento, um dos atacantes fez-se explodir detonando um colete de explosivos, confirmou o vice-ministro do Interior, Mohammad Hossein Zolfaghari. Este responsável disse que os homens entraram pela entrada principal do Parlamento vestidos de mulheres e abriram fogo. Um deles foi abatido, os outros foram cercados pelas autoridades dentro do edifício.

Os atacantes fizeram reféns mas a situação terá sido controlada pelas autoridades por volta das 12:00 de Lisboa.

O Daesh publicou um vídeo na internet com imagens de dois dos atacantes dentro do Parlamento iraniano.

O ministro da Informação iraniano confirmou que os ataques foram perpetrados por "grupos terroristas" e disse que um terceiro ataque foi evitado. "Esta manhã, dois grupos terroristas atacaram o Parlamento e o mausoléu do imã Khomeini. Os membros de um terceiro grupo foram presos antes de concretizarem outro ataque", terá dito à estação pública iraniana IRIB.

 

Um deputado disse à televisão pública iraniana que dois dos três atacantes do Parlamento estavam armados com pistolas semi-automáticas AK-47 e disparavam de forma aleatória sobre as pessoas que encontravam.

Entretanto, uma fotografia mostra um dos atacantes com uma AK-47 nas janelas do Parlamento com aquilo que parece ser um refém. A agência iraniana Tasmin aponta a existência de quatro reféns. Uma outra mostra uma criança a ser resgatada por uma das janelas.


(Notícia actualizada pela última vez às 12:14 com mais informação)




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mais votado Anónimo 07.06.2017

Os europeus, Portugal incluído, são vítimas da Sharia, anti-liberal e inerentemente anti-mercado, dos direitos adquiridos. A mesma que defende o direito ao trabalho dê por onde der e os empregos e generosos benefícios sociais garantidos para a vida toda e sempre a subir, o keynesianismo despesista do tipo que ordena a abertura de buracos nas ruas só para depois os ter que tapar logo de seguida e assim ver o PIB anual crescer por virtude de um efeito multiplicador quase bíblico que acaba sem pão ou sem peixe alguns para a multidão e o esquema em pirâmide da Segurança Social estatal cuja base se estreita a cada ano que passa e desemboca na imigração "open door", sem critérios de selectividade orientados para as reais necessidades ditadas pelas forças de mercado a cada momento. Nos condomínios fechados para as elites cada vez mais enclausuradas, como One Hyde Park, muitos deles financiados por Estados islâmicos, tudo está tranquilo...

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Anónimo 07.06.2017

Os europeus, Portugal incluído, são vítimas da Sharia, anti-liberal e inerentemente anti-mercado, dos direitos adquiridos. A mesma que defende o direito ao trabalho dê por onde der e os empregos e generosos benefícios sociais garantidos para a vida toda e sempre a subir, o keynesianismo despesista do tipo que ordena a abertura de buracos nas ruas só para depois os ter que tapar logo de seguida e assim ver o PIB anual crescer por virtude de um efeito multiplicador quase bíblico que acaba sem pão ou sem peixe alguns para a multidão e o esquema em pirâmide da Segurança Social estatal cuja base se estreita a cada ano que passa e desemboca na imigração "open door", sem critérios de selectividade orientados para as reais necessidades ditadas pelas forças de mercado a cada momento. Nos condomínios fechados para as elites cada vez mais enclausuradas, como One Hyde Park, muitos deles financiados por Estados islâmicos, tudo está tranquilo...

Anónimo 07.06.2017

Isto é guerra a sério. Não respeitam ninguém e ninguém sabe o que querem. Os europeus só querem paz, e não querem saber se Alá existe ou não.

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