Impostos IRS: A batalha política para o Orçamento do Estado de 2018
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IRS: A batalha política para o Orçamento do Estado de 2018

Centeno levantou uma ponta do véu das intenções sobre o IRS. O plano é (pelo menos para já) cumprir o plano. Mas os partidos já lêem mais nas palavras do ministro.
IRS: A batalha política para o Orçamento do Estado de 2018
Marta Moitinho Oliveira 08 de junho de 2017 às 00:01

O ministro das Finanças disse esta quarta-feira que quer aliviar o IRS para os contribuintes do segundo escalão, concretizando assim ligeiramente o plano do Executivo nesta matéria. E apesar de estar quase tudo em aberto, as declaraç)

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mais votado Anónimo 08.06.2017

Os impostos numa sociedade sem numerário, "cashless society", obviamente com banco central e uma máquina fiscal reduzidas ao mínimo indispensável em termos de colaboradores e sem mercado de serviços de consultadoria e planeamento fiscal pois a quantidade procurada desses serviços será literalmente zero, serão automáticos, corresponderão a uma taxa muito pequena, e a sua base de incidência será muito alargada. Tão alargada que a receita fiscal com uma taxa constante de 0,7% sobre todas e quaisquer transacções e pagamentos na economia atingirá valores nunca antes alcançados. Os sindicatos gostam de não só capturar as empresas como o Estado, e ainda se deleitam com a falácia que foi criada em termos fiscais em torno da tributação que sabe-se lá porque razão incide grandemente sobre o factor produtivo trabalho dando-lhe a importância que ele cada vez menos tem nas economias desenvolvidas aprisionadas e limitadas pelos limites impostos por essa falácia anti-progresso e desenvolvimento.

comentários mais recentes
Anónimo 08.06.2017

A melhor maneira de poupar sem perder qualidade do serviço, é investindo em capital com elevada incorporação de tecnologia que poupe em factor trabalho e eleve a produtividade para outro patamar. Os nórdicos sabem disso, os britânicos sabem disso, os norte-americanos sabem disso, os australianos e neozelandeses sabem disso. Em Portugal isso é impossível porque a legislação afirma que não se pode despedir excedentários. Paga Zé.

Anónimo 08.06.2017

Os impostos numa sociedade sem numerário, "cashless society", obviamente com banco central e uma máquina fiscal reduzidas ao mínimo indispensável em termos de colaboradores e sem mercado de serviços de consultadoria e planeamento fiscal pois a quantidade procurada desses serviços será literalmente zero, serão automáticos, corresponderão a uma taxa muito pequena, e a sua base de incidência será muito alargada. Tão alargada que a receita fiscal com uma taxa constante de 0,7% sobre todas e quaisquer transacções e pagamentos na economia atingirá valores nunca antes alcançados. Os sindicatos gostam de não só capturar as empresas como o Estado, e ainda se deleitam com a falácia que foi criada em termos fiscais em torno da tributação que sabe-se lá porque razão incide grandemente sobre o factor produtivo trabalho dando-lhe a importância que ele cada vez menos tem nas economias desenvolvidas aprisionadas e limitadas pelos limites impostos por essa falácia anti-progresso e desenvolvimento.

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