Angola Isabel dos Santos publica "Verdades Sonangol" no Instagram

Isabel dos Santos publica "Verdades Sonangol" no Instagram

Isabel dos Santos, que na quarta-feira foi demitida da liderança da petrolífera angolana, publicou no Instagram imagens com frases elogiosas de CEO de petrolíferas estrangeiras com que manteve contacto durante a sua liderança da Sonangol.
Isabel dos Santos publica "Verdades Sonangol" no Instagram
Celso Filipe 17 de novembro de 2017 às 16:45

Isabel dos Santos, que esta sexta-feira, 17 de Novembro, regressou à vida empresarial privada com o lançamento da marca de cerveja Luandina, fabricada pela Sodiba, mantém ainda vivo o seu afastamento da liderança da Sonangol e publicou na sua conta do Instagram mensagens de líderes de outras petrolíferas internacionais que elogiaram o seu trabalho, todas com o cabeçalho "Verdades Sonangol".

A primeira frase, entre as três publicadas por Isabel dos Santos, é de Patrick Pouyanné, CEO da Total. "A Sonangol está a fazer exactamente aquilo que nós fizemos. Quando o preço do petróleo caiu todos sentimos dificuldades. A sua prioridade tem sido a transformação e equilíbrio das contas, o que tem sido positivo e permite voltar a pensar no desenvolvimento".



Um outro elogio à sua liderança da Sonangol é atribuído a Eldar Saetre, CEO da Statoil. "Estamos em Angola há 26 anos e por isso temos uma grande experiência neste mercado que tem sido muito importante para a nossa empresa. Sempre tivemos uma relação muito próxima com a Sonangol e queremos mantê-la por muito tempo. Por isso estamos para ficar e encontrar novas oportunidades de colaboração com a Sonangol".



Uma terceira opinião publicada por Isabel dos Santos no Instagram é de Clay Neff, presidente da Chevron África. "Vemos as mudanças que a Sonangol está a fazer com muitos bons olhos. Existe uma colaboração muito positiva entre a Sonangol, a Chevron e os outros membros da indústria para melhorar as condições de investimento em Angola".


Numa outra imagem "Verdades Sonangol", Isabel dos Santos recorda que em 2014 o custo de produção do barril de petróleo era de 14 dólares e que a sua gestão o baixou para metade, ou seja, sete dólares.




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