Zona Euro Itália avança com redução de imposto sobre as empresas e aumento de pensões mínimas

Itália avança com redução de imposto sobre as empresas e aumento de pensões mínimas

O Governo italiano aprovou o Orçamento do Estado para 2017, com um corte no imposto sobre as empresas e um aumento das pensões mínimas. A previsão é de um crescimento de 1% do PIB.
Itália avança com redução de imposto sobre as empresas e aumento de pensões mínimas
REUTERS
Sara Antunes 15 de Outubro de 2016 às 20:16

O Executivo italiano, liderado por Matteo Renzi, provaram o Orçamento do Estado para 2017 este sábado, 15 de Outubro, data limite.

 

O Orçamento inclui um corte no imposto sobre as empresas e medidas que incentivam o investimento, de acordo com a imprensa.

 

O Governo aprovou assim uma redução do imposto sobre as empresas de 27,5% para 24%. A descida desta taxa "é muito importantes para as pequenas empresas" e o dinheiro "não vai para os bancos, vai para pequenos e médios empresários", afirmou Renzi numa conferência de imprensa, citado pela Bloomberg.

 

O Executivo italiano anunciou ainda um aumento do investimento público, um aumento das reformas mais baixas e um reforço orçamental para as cidades que estão disponíveis para receberesm migrantes.

 

"A Itália ainda não está bem, mas dois anos e meio depois está um bocado melhor do que estava", acrescentou o primeiro-ministro.

 

O Governo prevê que o produto interno bruto (PIB) cresça 1% no próximo ano e que o défice desça para 2,3%, dos 2,4% deste ano.

 

O Governo italiano aprovou assim o Orçamento para o próximo ano, que ainda terá de ser aprovado  no Parlamento. Isto numa altura em que Renzi está sob pressãp devido ao referendo que será realizado no dia 4 de Dezembro.

 

O referendo em causa servirá para reformar a lei eleitoral (Italicum), tendo como objectivo pôr fim ao sistema bicameral perfeito, reduzir os poderes dos senadores (câmara alta), diminuir o número total de parlamentares e reduzir os custos relacionados com o funcionamento das diversas instituições.

 




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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Andamos ao contrário do Mundo para satisfazer uma espécie em vias de extinção.

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

Isto e que se chama combate aos Panama Papers:pedir as empresas que nao se vao embora.Migalhar o pobre para que possam levar uma vida extravagante sem a chamada de atencao.Como se ve tudo jogo viciado.

Irene Neves Há 3 semanas

Até agosto 2016, houve 5002 empresas insolventes em Portugal, mais 415 (9%) do que em 2015, de acordo com os dados do Observatório de Negócios da Ignios. Fazendo as contas, em média há 20 empresas por dia a fechar no país. Por sua vez, a criação de empresas abrandou em 3,5%, durante o mesmo período. Desde o início do ano houve ainda 25.457 registos de novas empresas: este número corresponde a quase menos mil novas empresas face a 2015 (-3,5%).

Rui Delvas Há 3 semanas

Crescimento de 1% do PIB? "Vivó" Socialismo.

Pedro Ferreira Há 3 semanas

Ca aumentam os impostos as empresas e ao consumo...

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