Ambiente Já estão 20 novos vigilantes da natureza a trabalhar nas florestas

Já estão 20 novos vigilantes da natureza a trabalhar nas florestas

As primeiras equipas, num total de 20 operacionais, estão já a trabalhar desde segunda-feira, 4 de Novembro, anunciou o ministro do Ambiente no Parlamento. Está a decorrer um concurso e, logo que termine, estarão no terreno outros 30 vigilantes.
Já estão 20 novos vigilantes da natureza a trabalhar nas florestas
Miguel Baltazar/Negócios
Filomena Lança 08 de novembro de 2017 às 12:09

Esta segunda-feira foram já para o terreno 20 novos vigilantes da natureza dos 50 anunciados pelo Executivo, garantiu no Parlamento o ministro do Ambiente. João Pedro Matos Fernandes está esta quarta-feira, 8 de Novembro, no Parlamento numa audição na comissão conjunta nas comissões do Orçamento e Finanças, de Economia, Inovação e Obras Públicas e de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação a propósito da proposta de Orçamento do Estado para 2018 entregue pelo Governo no Parlamento. Explicou aos deputados que está ainda em andamento um concurso, findo o qual entrarão ao serviço mais 30 vigilantes da natureza.

 

"Já houve contratação de vigilantes da natureza, são 20 e já estão a trabalhar desde segunda-feira", disse o ministro  João Matos Fernandes aos deputados, acrescentando que mais trinta destes profissionais vão iniciar funções. Com as equipas prontas, o Governo está agora a "desenhar o mapa" para definir as localizações onde poderão ser mais necessárias.

 

A contratação de 50 novos vigilantes da natureza foi anunciada a 21 de Outubro, na sequência da reunião extraordinária do Conselho de Ministros em que o Governo aprovou um pacote de medidas para as florestas. Está previsto um investimento de um milhão de euros para equipar os novos vigilantes.

 

Esta e outras medidas no âmbito das florestas e do combate aos incêndios obrigarão a uma revisão dos valores inscritos na proposta de OE para o Ministério do Ambiente, especificou o ministro. 




A sua opinião8
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado JCG Há 1 semana

Estratégia e organização erradas, na minha óptica. Enorme trapalhada com tanta gente de diferenças entidades e hierarquias a actuar no mesmo objecto. Isso só serve para depois todos se desresponsabilizarem e dizerem que a culpa foi dos outros.
O que se devia fazer: 1º centralizar a prevenção e combate nos municípios, assentando na tríade: Vereação Municipal/ GNR/ Bombeiros municipais profissionais (as vereações municipais/ o governo dos municípios deve ser a entidade com a maior responsabilidade na protecção de pessoas e bens no seu território); 2º acima dos municípios haveria 2 estruturas de poder: distrital e nacional. A estas entidades caberia definir e legislar competências e responsabilidades para a actuação municipal, dentro de uma visão estratégica e operacial; gerir um corpo de inspectores que verificassem no terreno se as coisas estavam a ser feitas de acordo com as orientações nacionais; e em caso de incêndios de maior dimensão gerir a actuação de recursos nacionais.

comentários mais recentes
JCG Há 1 semana

Vigilantes da natureza a trabalhar? a fazer o quê? quais são as suas incumbências e competências? só vigiam ou também fazem? Por exemplo, se houver uma casa de habitação habitada com pinheiros ou eucaliptos encima dela (a menos de 30 ou 50 metros como está definido por exemplo na Galiza) o que é que os vigilantes fazem? reportam para uma qualquer cadeia hierárquica burocrática e fica tudo na mesma ou pegam numa moto-serra e cortam as árvores e removem-nas? é que para vigiar (supõe-se que em função de uma lei bem definida) não existe já a GNR? Os vigilantes acham que é preciso abrir um caminho ou aceiro em certo local; o que é que fazem? É preciso definir claramente responsabilidades, funções e tarefas e depois haver um corpo de inspectores que verifiquem o que andam esses profissionais a fazer; se não se limitam a gastar gasolina passeando pela floresta e a coçar os ditos cujos.

JCG Há 1 semana

Estratégia e organização erradas, na minha óptica. Enorme trapalhada com tanta gente de diferenças entidades e hierarquias a actuar no mesmo objecto. Isso só serve para depois todos se desresponsabilizarem e dizerem que a culpa foi dos outros.
O que se devia fazer: 1º centralizar a prevenção e combate nos municípios, assentando na tríade: Vereação Municipal/ GNR/ Bombeiros municipais profissionais (as vereações municipais/ o governo dos municípios deve ser a entidade com a maior responsabilidade na protecção de pessoas e bens no seu território); 2º acima dos municípios haveria 2 estruturas de poder: distrital e nacional. A estas entidades caberia definir e legislar competências e responsabilidades para a actuação municipal, dentro de uma visão estratégica e operacial; gerir um corpo de inspectores que verificassem no terreno se as coisas estavam a ser feitas de acordo com as orientações nacionais; e em caso de incêndios de maior dimensão gerir a actuação de recursos nacionais.

Anónimo Há 1 semana

16 milhões € /ano que o governo dá à tauromaquia (espectáculo de psicopatas para psicopatas)!
Quantos aviões, veículos, e outro equipamento podia comprar e operacionais podia contratar com esse dinheiro?
Em vez de darem dinheiro para torturar animais em público usavam-no para salvar vidas!

pertinaz Há 1 semana

BRUTAL... E QUEM APAGA OS FOGOS...???

ver mais comentários
pub