Política Já tomaram posse os oito novos secretários de Estado

Já tomaram posse os oito novos secretários de Estado

Os oito novos secretários de Estado tomaram posse esta sexta-feira, numa curta cerimónia no Palácio de Belém. António Costa limitou-se a fazer uma declaração de circunstância.
Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios

Os oito novos secretários de Estado escolhidos por António Costa numa remodelação que poupou os ministros tomaram posse esta sexta-feira, numa curta cerimónia no Palácio de Belém. No final, em declarações aos jornalistas, António Costa limitou-se a agradecer aos secretários de Estado que saíram e a desejar felicidades à nova equipa.

A remodelação que envolveu 15 nomes – os sete secretários de Estado que saíram, que incluem Margarida Marques, que assumiu que foi surpreendida, bem como os oito que entraram – começou com a demissão de três responsáveis: os secretários de Estado dos Assuntos Fiscais, da Indústria e da Internacionalização.

Rocha Andrade, João Vasconcelos e Costa de Oliveira pediram para sair dias antes de serem constituídos arguidos no caso relacionado das viagens aos jogos da selecção portuguesa de futebol durante o campeonato da Europa de 2016, pagas pela Galp.

Na quarta-feira, António Costa anunciou no debate do Estado da Nação a criação de uma nova secretaria de Estado: a da habitação, que será liderada pela arquitecta Ana Pinho.

Nas últimas semanas, os ministros da Administração Interna e da Defesa, estiveram sob fogo por causa da gestão dos incêndios de Pedrógão e do roubo em Tancos, mas António Costa decidiu não substituir qualquer dos ministros.


Quem são os novos secretários de Estado?

Secretaria de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Tiago Antunes

Secretaria de Estado dos Assuntos Europeus 
Ana Paula Zacarias

Secretaria de Estado da Internacionalização 
Eurico Brilhante Dias

Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais
António Mendonça Mendes

Secretaria de Estado da Administração Pública
Fátima Fonseca

Secretaria de Estado da Indústria e Inovação
Ana Teresa Lehmann

Secretaria de Estado da Habitação
Ana Pinho

Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural
Miguel Freitas

 



 




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mais votado Afper 14.07.2017

O óbvio é que o Costa está a mais.
A geringonça já acabou.

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Anónimo 15.07.2017

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas? As do escândalo CGD e de outros escândalos semelhantes. Há muitos casos destes nas organizações portuguesas. Tem sido o pão nosso de cada dia.

Anónimo 15.07.2017

O flagelo do excedentarismo espalhou-se por todo o lado. A tríade constituída pelo político eleitoralista irresponsável, o sindicalista aos berros que suja tudo com cartazes na via pública e o banqueiro grande demais para falhar, aprovam e aplaudem. Em Portugal e na Grécia é pior, mas em parte alguma um excedentário ao lado de um sistema automático que não precisa mais dele para nada, pode fazer aumentar a produtividade.

Anónimo 15.07.2017

Ninguém está à espera que os excedentários se demitam. Terá sempre que ser alguém a activar esse processo. Portugal precisa desse alguém. As economias e sociedades mais avançadas já o têm há muito.

Anónimo 15.07.2017

As pessoas precisam de um Estado que seja bom gestor da coisa pública e pessoa de bem. Um Estado que faça boa gestão de recursos humanos despedindo onde e quando é preciso e que saiba investir em bens de capital onde e quando é necessário. Isto é o que Portugal não tem. Isto é o que falta às pessoas. O radicalismo sindical é tão nocivo, e anti-mercado, como o corrupto capitalismo selvagem de compadrio. Quer uns quer outros atiram a coisa pública para os braços dos aproveitadores sem escrúpulos, para os bandidos e para os incompetentes. Com um Estado bom gestor da coisa pública não precisávamos de contrair tanta dívida. Comecem a despedir excedentários e a mandar o capitalismo de compadrio para aquele sítio... Comecem por aí. Eu não ponho nem um tostão na vossa dívida. De mim, para essas tolices, só levam o que me conseguem extorquir e pilhar. E já é demais.

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