Economia João Galamba diz que “dificilmente” haverá aumentos na Função Pública no próximo ano

João Galamba diz que “dificilmente” haverá aumentos na Função Pública no próximo ano

Em entrevista à TSF, o deputado do PS defendeu que, se for possível, deve haver aumentos na Função Pública em 2019. No entanto, acredita que "dificilmente" acontecerá.
João Galamba diz que “dificilmente” haverá aumentos na Função Pública no próximo ano
Miguel Baltazar/Negócios
Negócios 27 de janeiro de 2018 às 12:30

João Galamba, deputado do Partido Socialista, considera que a Função Pública "dificilmente" terá aumentos salariais no próximo ano. No entanto, se for possível, "esses aumentos devem existir", defendeu em entrevista à TSF.

O porta-voz do PS refere que os aumentos "é algo que terá de ser avaliado" tendo em conta a evolução da economia portuguesa. "Mas temos de perceber que 2016 foi o ano do fim dos cortes salariais na Função Pública e também teve impacto em 2017, 2018 e 2019 serão anos em que o descongelamento das carreiras irá produzir efeito", explicou.

Tendo em conta este cenário, acrescenta, "diria que dificilmente poderá haver em cima disto aumentos salariais em 2019. Mas é uma questão de se avaliar, fazer as contas e ver se é ou não possível. Se for possível, esses aumentos devem existir", afirmou, em declarações à TSF.

João Galamba antecipa que os funcionários do Estado "compreenderão" que muito já foi feito e que não é possível colocar em risco os passos que foram dados. "É melhor que sejam passos curtos e mais lentos do que acelerados e depois tenha de se voltar atrás", resumiu, em declarações proferidas no programa A Vida do Dinheiro.

Na mesma entrevista, o deputado socialista elogiou o crescimento da economia portuguesa que, contrariamente ao que se tem dito, não se resume ao turismo. João Galamba refere a evolução da indústria e das exportações e a melhoria ao nível do emprego para salientar que a evolução é "sustentável". 




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mais votado Anónimo 27.01.2018

As reformas pararam e estão inclusivamente a ser revertidas. Quer o FMI quer a UE estão a fazer um estratégico forcing para chamar este gajedo das esquerdas lusas à razão e reeducá-los pedagógica e gradualmente num trabalho de grande proximidade sem cair no erro de os perder de vista. Daí a nomeação do mago ilusionista para porta-voz do Eurogrupo e estes elogios de circunstância. Em boa hora, como medida de último recurso, chamaram a brigada de negociação com sequestradores terroristas. Deixem-na fazer o seu trabalho. Parece que começa a resultar. Mas há ainda um longo caminho até à detenção dos elementos perigosos e a salvação das vítimas em perigo.

comentários mais recentes
O meu voto não levam 28.01.2018

Iam descongelar as progressões, aumentos miseráveis, mentirosos. A ver se o Rui Rio pega nisto que estes já mostraram a raça.

Edmundo 28.01.2018

a legislatura é curta para os preitos de gratidão, que nós tributaremos aos nossos maiores, aos nossos avós, aos que nos deixaram tão caras tradições, dentro delas, a liberdade de dizer o que nos vai no peito, siga

Maria 28.01.2018

Como a mediocridade tem tanto tempo de antena? Claro que so pode ser pela proximidade do Poder. Que Tristeza estes Marcos Antonios dos partidos...

pertinaz 27.01.2018

QUE GRANDE ANIMAL ESTE...!!!

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