Justiça Lalanda e Castro está em Portugal e já se disponibilizou às autoridades

Lalanda e Castro está em Portugal e já se disponibilizou às autoridades

"Paulo Lalanda e Castro, que ser ouvido no processo da denominada ‘Operação O Negativo’, tal como por si já diversas vezes requerido," refere um comunicado do ex-administrador da Octapharma.
Lalanda e Castro está em Portugal e já se disponibilizou às autoridades
Lusa 23 de dezembro de 2016 às 22:11

O ex-administrador da farmacêutica Octapharma Paulo Lalanda e Castro chegou hoje à tarde a Lisboa e disponibilizou-se às autoridades para depor no sábado, no âmbito da ‘Operação O Negativo’, referiu, em comunicado, o seu advogado, Ricardo Sá Fernandes.

"Hoje, dia 23 de Dezembro, Paulo Lalanda e Castro veio para Portugal, tendo viajado num avião que aterrou pelas 17:00 no aeródromo de Tires", disse Ricardo Sá Fernandes.

No comunicado, o advogado refere também que Paulo Lalanda e Castro "disponibilizou-se às autoridades para depor já amanhã [sábado] ou em qualquer outra data que venha a ser marcada".

"Paulo Lalanda e Castro, que ser ouvido no processo da denominada ‘Operação O Negativo’, tal como por si já diversas vezes requerido, de forma a poder esclarecer cabalmente todas as questões que as autoridades judiciárias portuguesas que querem ver esclarecidas", acrescenta no comunicado.

Paulo Lalanda e Castro chegou a ser detido na Alemanha no âmbito de um mandado de detenção europeu, mas um juiz alemão ordenou a sua libertação por ter considerado injustificado o pedido.

O juiz alemão considerou que não se justificava o mandado de detenção europeu (MDE) de Lalanda e Castro, porque este, que é arguido em outros processos em Portugal, "sempre esteve contactável, não sendo preciso a sua detenção para ser ouvido em Lisboa", explicou Ricardo Sá Fernandes.

Lalanda e Castro é arguido nos processos ‘Operação Marquês’ e ‘Vistos Gold’.

No inquérito da ‘Operação O Negativo’, dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, investigam-se suspeitas de que Lalanda e Castro e Luís Cunha Ribeiro - ex-presidente do INEM -, que estava ligado a procedimentos concursais públicos na área da saúde, terão acordado entre si que este último utilizaria as suas funções e influência para beneficiar indevidamente a Octapharma.

Em causa estão factos susceptíveis de se enquadrarem na prática de crimes de corrupção ativa e passiva, recebimento indevido de vantagem e branqueamento de capitais.

No âmbito deste processo, foram igualmente constituídos arguidos um representante da Associação Portuguesa de Hemofilia e dois advogados, um deles Farinha Alves.


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comentários mais recentes
Anónimo 24.12.2016

NEM MAIS:a raposa tambem e muito prestavel para alem de ser um animal de pouco porte,mas cheio de astucia e ate muito bonito como animal,vai sempre antes do ataque prestar-se junto do dono da capoeira,para nao ser incomodado durante a ceia.Mais um monstro a dar tamanho a serra para tapar os olhos.

So Patranhas, estes medias tugas. 24.12.2016

Nao vai dar nada, estas bacoradas que so servem para branquear a fraca perstacao da ja podre justica destes fim de Mundo. Os Intocaveis vao sempre se Safar porque estas associados ao poder politico. Onde Param os trafulhas dos Bancos. Oliveira e Bosta Rendeiros Loureiros Salgados, Varas& Gangs.

Anónimo 23.12.2016

Como e natal o hippertenso anda exausto com a vinda dos netinhos,mas seguramente quando eles regressarem ao Brasil,o irrequieto vai por certo medalhar este lalandra,ao fim e ao resto o homem enquadra no tipo de pessoas q o irrequieto hippertenso tanto valoriza:do pequeno quer o voto,do grande defend

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